Mostrar mensagens com a etiqueta Antena 1. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Antena 1. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, novembro 03, 2008

Nas eleições americanas, em inglês

Tenho apreciado muito as reportagens na rádio a propósito das eleições nos Estados Unidos. Têm-nos trazido uma América interessante. Acompanho, em especial, os trabalhos da Antena 1 e da TSF. Só não entendo porque é que a TSF persiste em não dobrar um único som, seja longo, curto...

segunda-feira, outubro 20, 2008

Novo site da Antena 1

A Antena 1 vai renovar o site em Novembro. É uma boa notícia, pois, entre a concorrência, o sítio da Antena 1 é de longe o menos interessante, pelo menos no que à informação diz respeito.

Via Meios&Publicidade.

quinta-feira, junho 19, 2008

Cabides

Deixemos por agora a reverência jornalística perante Scolari, ou as exaustivas manifestações de apoio à selecção nas intervenções de comentadores, repórteres, pivots …E tomemos os inócuos directos das conferências de imprensa de jogadores da selecção como um erro que será corrigido em próximas oportunidades.
Fixemo-nos, por momentos, nas estórias que nascem a mote do futebol e do Euro. Dos portugueses que na Suiça têm feito vida. Dos arquitectos, dos engenheiros, dos empresários dos farmacêuticos, dos estudantes. Fixemo-nos, ainda, na cultura, no património e nas tradições de Basileia ou de Genebra.
São estórias que não vêm à antena no dia-a-dia da rádio, mas que agora se penduram no futebol e nos atiram para quadros diferentes daqueles que escutamos rotineiramente.
A TSF e a Antena 1 apostaram forte nos especiais feitos a partir da Suiça. E fizeram bem.

terça-feira, maio 27, 2008

Rosendo

José Manuel Rosendo é um privilegiado e ele sabe disso. A oportunidade que a sua rádio lhe dá para se deslocar em reportagem ao Médio Oriente não é para muitos nos dias que correm, de contenção e emagrecimento das redacções.

Rosendo tem-nos dado excelentes reportagens. Nesta terça-feira deu-nos a conhecer uma Faixa de Gaza isolada do Mundo. Para ouvir.

quinta-feira, maio 22, 2008

O festival de Cannes na Antena 1...

... e também aqui. Até domingo. A sugestão veio tarde, mas vale a pena passar por lá para ouvir ou voltar a ouvir os trabalhos de Tiago Alves, João Paulo Alcobia e João Lopes.

segunda-feira, maio 05, 2008

Cimbalino e alcagoitas

A propósito do fecho da Brasileira, no Porto, Tiago Alves falava-nos nas edições do início da tarde (editadas a partir da invicta) dos últimos cimbalinos que ali se tomaram hoje. Interessante a referência a um termo portuense e ainda por cima com o "a" bem aberto na locução.
Alguns contestarão o seu uso (é uma rádio nacional), pela minha parte acho que o todo do país se conta na rádio (e não só) a partir das suas partes. Seja com o cimbalino do Porto ou com as alcagoitas do Algarve!

quinta-feira, março 20, 2008

Mostrar ou não mostrar?

É uma questão que agora também já diz respeito à rádio.

Mostrar ou não mostrar o vídeo de uma professora e uma aluna que lutam por um telemóvel em plena sala de aula?

No seu site, a TSF mostra o vídeo tal como foi divulgado no You Tube. O site da RTP (que inclui a RDP) mostra parte desse vídeo mas não identifica nem a professora nem a aluna. A Renascença faz referência ao caso, mas não mostra o vídeo.

São novas realidades para a rádio que já não vive unicamente do som e que por isso terá de lidar com questões, que para o meio, são novas. Como neste caso.

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Da rádio desta manhã

Uma rádio diferente para conhecer aqui e ouvir aqui

Quem ainda não experimentou, aproveite para ouvir hoje o relato da Antena 1 do Naval-Vitória de Setúbal às 15 horas só na net.

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Alcochete nas rádios

O anúncio de José Sócrates sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa proporcionou uma boa tarde informativa na rádio portuguesa.
Na emissão hertziana, TSF e Antena 1 prolongaram as emissões com comentários, reacções, históricos e reportagens a partir, primeiro dos arredores do campo de Tiro de Alcochete e depois da Ota.
Mas o enfoque acabaria por ser dado à questão política, sublinhando-se as declarações do ministro Mário Lino proferidas há alguns meses sobre a margem sul.

No online também houve acompanhamento. O site da RDP, beneficiando das sinergias com a televisão pública, disponibilizou vídeos. A TSF e Renascença apresentam sons dos protagonistas: o anúncio de Sócrates, as reacções mais diversas. No online replicou-se, contudo, a emissão hertziana.
Destaco o Rádio Clube que foi o primeiro a fazer uma ligação para o relatório do LNEC. Ao final da tarde já era possível fazer o download do mesmo documento a partir do site da RDP.

Uma passagem pelas rádios locais que ainda emitem na zona envolvente a Alcochete, permitiu verificar que o tratamento informativo, que nem sempre existiu, não apresentou qualquer mais-valia que poderia advir do conhecimento da região e proximidade com a população local.

Na maior parte dos casos, a começar pela Eco FM, que é a rádio local de Alcochete, a colagem à informação emitida pelos órgãos nacionais foi evidente.
Quem visitar, por exemplo, o site da Pal FM (rádio local de Palmela) encontra apenas duas notícias desta quinta-feira: uma sobre o Festróia e outra acerca da AutoEuropa.

quinta-feira, outubro 25, 2007

Grelhas e gralhas

A Internet e a rádio parecem encontrar cada vez mais formas para se completarem.

É por isso desejável que potenciem os recursos de um e outro meio. Por exemplo, disponibilizando de forma fácil e directa nas respectivas páginas online as grelhas de programação, já que, como se verifica, encontrá-las nas páginas dos jornais é, por estes dias, coisa rara.

A que horas a TSF passa o programa Mundo Digital? Passa todos os dias? Não sabemos, pois a grelha de programas não está actualizada. O espaço "Cromos TSF" ainda existe?

E na Renascença, que até tem apostado bastante no seu site. Sabemos quem é o locutor de serviço a determinadas horas, mas não sabemos a que horas vai para o ar determinado espaço ou programa. Pelo menos de forma directa. É que, por exemplo, o programa Diga Lá Excelência tem um link na página da rádio, mas só sabemos o horário se lermos o texto referente à última edição.

A Antena 1 está bem.

sexta-feira, setembro 28, 2007

O provedor e a Antena Aberta

O provedor do ouvinte concluiu uma série de programas nos quais analisou o programa “Antena Aberta” emitido diariamente na Antena 1.

Trata-se de um espaço no qual os ouvintes participam em directo dando a sua opinião acerca de um tema proposto pela emissora. O programa é conduzido por um jornalista.

José Nuno Martins conclui que a existência de um programa com tais características não é consentâneo com os propósitos de uma rádio de serviço público.

E porquê?

Para JNM no programa Antena Aberta “pontificam a imprecisão e também o excesso, como aconteceu, de modo grave, na emissão de 4 de Julho”.

O provedor lembra que recebeu várias queixas de ouvintes referindo-se à existência de tais imprecisões e insultos.

JNM baseia-se naquilo que considera ser o carácter pouco jornalístico do programa, uma vez que a recolha das opiniões dos ouvintes não resulta de uma pesquisa e o moderador nem sempre consegue impedir a utilização por parte dos participantes de termos e expressões menos próprias. Por outro lado, a participação é feita em directo, ou seja, sem a possibilidade de filtrar as intervenções. (Ver a experiência da NPR).

A linguagem utilizada, o grau de impreparação dos ouvintes para comentar alguns temas e a impossibilidade de verificar a identificação dos participantes são outros factores negativos atribuídos a este género de programas.

Para o provedor, a Antena Aberta resume-se a uma “sequência de opiniões avulsas de pessoas comuns, expostas de modo relativamente caótico, sumariamente pontuadas por intervenções esparsas de dois, três ou mais Especialistas convocados pela Produção”.

E por isso, quem trabalha na Rádio Pública deve “preservar a correcção formal em todos os momentos de uma emissão” e ter em conta “sempre a coerência das formulações estéticas, o equilíbrio dos conteúdos, a adequação da linguagem radiofónica e também o uso adequado da própria língua portuguesa, como aspectos que não podem ser esquecidos nem iludidos por quem trabalha na Rádio”.

Conclui JNM: “o todo caótico não me parece consentâneo com os planos de credibilidade, idoneidade e fiabilidade que devem caracterizar os Programas da Rádio Pública”.

O programa Antena Aberta, por ser feito em directo e permitir a participação dos ouvintes sem que exista uma prévia filtragem das intervenções, encerra vários riscos. Alguns deles enunciados por José Nuno Martins.

Considero, contudo, que os programas com estas características são um importante instrumento para contribuir para a diversidade e pluralidade do discurso radiofónico. E, por esta razão, uma relevante competência do Serviço Público.

Ainda para mais se lembrarmos que no cenário radiofóncio nacional não existem muitos espaços com aquelas características. Recordemos Andrew Crisell (1994) que classificou este tipo de programas em três categorias: Exibicionista, confessional e expressivo.

Ora, em muitos espaços radiofónicos nacionais, a participação dos ouvintes resume-se à transmissão da sua voz através da rádio. Pedem discos, contam anedotas (exibicionista) ou falam dos seus problemas pessoais (confessional). Raramente são colocados perante o desafio de se posicionarem em relação a um assunto público (expressivo).

Por outro lado, uma análise mais atenta aos espaços informativos, em particular os noticiários das rádios portuguesas (incluindo a pública) verifica-se que a palavra dos cidadãos, mesmo quando o tema lhes diz particular interesse, raramente é emitida, preferindo-se as fontes oficiais, aliás uma tendência do jornalismo em geral e não apenas da rádio. Por exemplo, numa notícia sobre um qualquer protesto de professores, ouviremos a posição do governo e dos sindicatos. Ponto final.

A presença dos cidadãos e das suas opiniões no debate público, que nos dias de hoje se faz num cenário mediático, é importante. Cabe aos media assegurar, com regras e rigor, instrumentos no sentido de que essa participação se efective. Um desafio também para a rádio pública.

Os problemas de mau uso da Língua Portuguesa, a falta de educação (expressão minha) de alguns participantes ou a impreparação para alguns temas, são situações lamentáveis, mas não devem obstruir o principal objectivo de um programa como a Antena Aberta.



O último programa do provedor dedicado à Antena Aberta pode ser ouvido aqui

Act: Manuel Pinto, no Jornalismo e Comunicação, também comenta a posição do provedor. Para ler aqui.

quinta-feira, setembro 20, 2007

Mourinho e também Scolari

Quem ainda duvidasse do peso do futebol na agenda mediática portuguesa certamente que a "Operação Mourinho - Scolari" contribui para os esclarecer.

Primeiro Mourinho e depois Scolari preencheram a maior parte do tempo dos principais noticiários da TSF, Antena 1 e Rádio Clube. A Renascença, apesar de não ter ignorado o assunto, longe disso, foi mais contida.

A manhã começou com a notícia que já não era novidade em Inglaterra. Como durante a manhã não houve desenvolvimentos sobre o tema “Mourinho”, as rádios foram a reboque da imprensa e das televisões inglesas. E também da CNN.

Ficou demostrada a dimensão mundial do evento.

Para além das constantes notícias em forma de revista de imprensa internacional, recorreu-se à história (Mourinho ganhador. Mourinho arrogante. Mourinho conflituoso) e à Futurologia (Mourinho no Real Madrid. Mourinho na selecção. Mourinho de férias!). E construíram-se cenários: Mourinho foi despedido. Mourinho despediu-se.

Não havia factos, mas havia que preencher os noticiários. E houve opinião. Muita opinião. Demasiada opinião.

Os programas com participação dos ouvintes acentuaram ainda mais o carácter de tema do dia. A Antena Aberta e Fórum TSF convidaram os ouvintes a falar do assunto. Alguns recusaram-se. “Há mais com que o país se deve preocupar”, disseram.

Mas o tema do dia foi mesmo “Mourinho”. Em exclusivo. Até à chegada, por volta das 11h30, da notícia do castigo a Scolari.


segunda-feira, setembro 03, 2007

A Antena 1 sabe

Três notas breves para assinalar o regresso, depois de um período de férias. Todas da rádio que se ouviu neste 3 de Setembro.

A primeira - o uso e abuso que a Antena 1 faz da expressão "A Antena 1 sabe..." nos noticiários da estação. A propósito do assalto à dependência do BPI em Viseu, soube-se que eram três e não dois os assaltantes. Soube-se porque a Rádio no Ar de Viseu sabia, a TSF sabia e provavelmente outras rádios também sabiam, mas a Antena 1 não abdicou de referir que "A Antena 1 sabe que são três ...". A expressão dá a entender aos ouvintes que se trata de uma informação em exclusivo, (ou em primeira-mão) o que não correspondeu, pelo menos neste caso, à realidade. A Antena 1 fá-lo com frequência.

Segunda - O triunfo da rádios locais. Foi curioso verificar que TSF e Antena 1 colocaram no ar intervenções do mesmo repórter da Rádio no Ar de Viseu que acompanhava o caso do assalto à dependência do BPI.
A TSF recorreu ainda à Rádio Jornal do Fundão para obter as declarações de Marques Mendes a propósito de outro tema.

Terceira - Apreciei ouvir o Jornal de Desporto da Antena 1 às 18h e picos. Abrir com o Marítimo, mesmo num jornal temático, é coisa que vê (ouve) pouco. Raramente se escapa ao triângulo dos três grandes.

quinta-feira, maio 31, 2007

Fixos ou móveis ?

Acerca da prevenção rodoviária portuguesa, a TSF referiu que o Governo se prepara para montar uma rede de radares fixos. (Noticiário das 15h). A Antena 1, sobre o mesmo assunto, falou em radares móveis. (Noticiários das 14h e 15h).

Uma das características da informação radiofónica é o seu imediatismo e a curta distância temporal entre a ocorrência dos factos e a sua enunciação na emissão. Por isso, ocorrem com relativa frequência, situações em que, sobre o mesmo assunto, são dadas informações diferentes. O dispositivo informativo da rádio permite-lhe actualizar e, de certo modo corrigir, essas situações nos noticiários seguintes. Compreende-se quando se fala de acontecimentos que ainda estão a decorrer e que a rádio disse "em primeiro lugar".

Mas, não parece ser este o caso. Por isso, acabo por não perceber, afinal, que radares se prepara o governo para instalar.

quarta-feira, maio 16, 2007

A rádio, o cão e o seu dono

A rádio não é muito dada a faits-divers, mas hoje a história da detenção de José Mourinho pela polícia inglesa, depois de ter impedido que o seu cão fosse levado pelas autoridades britânicas, foi o principal tema da manhã informativa, em particular na Antena 1.

A rádio de serviço público, citando o The Sun, fez os títulos e abriu os noticiários das 8 e das 9 horas com Mourinho. Na síntese das 8h30 também o fez. A história de Mourinho apareceu no alinhamento de dois dos principais noticiários da Antena 1 à frente, por exemplo, da proposta do Bloco de Esquerda de alteração da lei do divórcio ou da tomada de posse de Sarkozy.

A TSF deu, igualmente, alguma importância ao caso. Nos títulos de chamada para o noticiário das 9 horas, que são lidos às 8h45, lá vinha a história de Mourinho, sucedendo o mesmo nos títulos de abertura do noticiário. O principal tema para aTSF foi, no entanto, as eleições intercalares em Lisboa.

É certo que a agenda do dia não era muito fértil e talvez isso explique a opção de abrir noticiários com a importância dos da manhã com uma história de interesse público muito duvidoso, apesar de nela estar envolvida uma personalidade como Mourinho.

segunda-feira, maio 07, 2007

Da rádio desta manhã

1ª nota: Tradução de sons

É um tema a que já se fez referência neste blogue: a tradução (dobragem) de sons dos protagonistas das notícias.

No noticiário das 10h de hoje, a TSF emitiu uma peça sobre as eleições francesas. Utilizou quatro sons: dois de François Hollande, um de Ségolène Royal e um último, de curta duração, no qual se ouvem apenas aplausos e palavras de apoio à candidata socialista: "Ségolène Merci". Se neste último caso a não tradução do som é perfeitamente compreensível (é curto e a sua função é, sobretudo, a de criar uma imagem no ouvinte), quanto aos restantes não se percebe a razão da sua manutenção na língua original. São informativos e explicativos. Perdeu-se boa parte da mensagem.

2ª nota: A rádio em directo !!!!

Tal como a TSF, a Antena 1 dedicou o seu programa Antena Aberta à análise dos resultados das eleições na Madeira.

A meio do programa, Eduarda Maio identifica um dos participantes. O ouvinte intervém breves segundos. Ouve-se com insistência o telemóvel a tocar.
Eduarda Maio - Está aí atrapalhado com o seu télemovel.
Ouvinte - É o meu patrão que me está a chamar.

A rádio em directo é também isto !!!!