Giving voice to the voiceless: How the Internet can fulfill public radio's mission
sábado, julho 28, 2007
Leituras
Giving voice to the voiceless: How the Internet can fulfill public radio's mission
quinta-feira, julho 12, 2007
Não gosta da sua voz ?
Fica, de qualquer forma, o artigo de Al Tompkins disponível no Poynter Online.
quarta-feira, julho 11, 2007
Outros relatos
O texto assinado por Aurélio Márcio recorda nomes como Desidério Amaro "que trouxe o toque brasileiro à rádio portuguesa", Domingos Lança Moreira que "quase fez interromper as relações diplomáticas entre Portugal e Espanha com os relatos do hóquei em patins". Aurélio Márcio fala ainda de "um miúdo sensacional" referindo-se a Carlos Cruz, e do "trio da modernidade": Ribeiro Cristóvão, Fernando Correia e Jorge Perestrelo.No suplemento de 16 páginas, há ainda espaço para o aparecimento da TSF, para Alves dos Santos - "o comentarista que o país inteiro consagrou", frase que se ouvia na Reanscença -, Artur Agostinho e David Borges, entre outros.
Então, também se falava na morte da rádio, em particular do desparecimento dos relatos de futebol: a ameaça vinha dos "automóveis com TV e piloto automático...".
segunda-feira, julho 09, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
A rádio é uma carabina. A TV uma caçadeira
Rudolph Giuliani não tem anúncios na televisão, apostando a toda a força na rádio. Os anúncios nas estações de rádio por todo o país são acompanhados de entrevistas também a programas de rádio. Ken Glodstein, que chefia o projecto publicidade na Universidade do Wisconsin reconhece que " a rádio é uma carabina e é muito mais eficiente, enquanto a televisão é uma caçadeira".
A rádio foi o primeiro meio de comunicação social a possibilitar que os eleitores ouvissem a voz de quem iam votar. Foi com a rádio, segundo alguns autores, que nasceu a política da imagem e se começou a personalizar mediaticamente os candidatos.
Na eleição de 1924, nos EUA, Calvin Coolidge percebeu que apostar na rádio seria uma estratégia acertada. Percebeu as potencialidades do meio e como poderiam esconder a falta de atributos noutros campos.
Diria Coolidge: "I can't make an engaging, rousing or oratorial speech... but I have a good radio voice, and now I can get my message across without acquainting the public with my lack of oratorial ability". (Crook, 1998)
quinta-feira, julho 05, 2007
Paulo Alves Guerra
Os últimos programas do provedor do Ouvinte da RDP foram dedicados ao “Império dos Sentidos”, o programa da manhã da Antena 2.
A série de programas foi motivada, segundo o provedor, por um alargado rol de queixas dos ouvintes perante duas situações: o formato do programa e o desempenho do seu apresentador, o jornalista Paulo Alves Guerra.
Da audição do programa do provedor do ouvinte percebo que um dos aspectos que mais incomoda os ouvintes da Antena 2 é o estilo de apresentação de Paulo Alves Guerra. O discurso pleno de interjeições, pausado, quiça em demasia, não parece ser do agrado dos ouvintes das manhãs do segundo canal da rádio pública, ainda para mais quando Paulo Alves Guerra utiliza um tom e um ritmo próprios de uma rádio de palavra, como é o caso da TSF, mas que não é caso da Antena 2.
A acompanhar, portanto.
Uma nota final: De acordo com José Nuno Martins, Paulo Alves Guerra foi contactado para comentar as críticas ao programa, mas recusou falar sobre o assunto. É pena.
quarta-feira, julho 04, 2007
A rádio vai morrer? II
Luís Santos refere-se a um estudo que vem demonstrar que afinal os mais jovens continuam a ser atraídos pela escuta radiofónica.
P.S. - As notícias sobre a morte da rádio surgem com tal frequência que decidi criar uma etiqueta onde agrupar, a partir de agora, esses textos. Assim fica tudo organizadinho !
segunda-feira, junho 25, 2007
Revista JJ

Saiu o númeo 30 da revista JJ do Clube de Jornalistas. Nesta edição encontro vários artigos que têm a rádio como tema principal ou que a abordam de forma indirecta.
O tema de abertura "Cooperativismo: Desafio ou Utopia ?" da autoria de Helena de Sousa Freitas faz uma viagem ao mundo das cooperativas de jornalistas. A autora dá especial enfoque ao caso da TSF.
É de lembrar, ainda, que a maior parte das rádios locais portuguesas possui aquele modelo de gestão, ou seja, são cooperativas de radiodifusão.
Sobre a TSF, pode ler-se no artigo:
"(...) o modelo de uma cooperativa era o mais democrático, pois cada um dava a sua opinião e o seu voto em todas as decisões".
Destaco a crónica de João Paulo Guerra "Ainda me lembro ..." na qual o jornalista faz um percurso por eventos que vivenciou na Renascença e no Rádio Clube (então ainda Português).
Escreve JPG:
"Lembro-me, na noite de 25 de Novembro de 1967, quando já havia umas centenas de mortos contados nas inundações de Lisboa e arredores, a Censura decidir que a partir daquele momento não morria mais ninguém".
Por fim, refiro o texto que assino intitulado "O referendo ao aborto na rádio - O olhar da classe política".
sexta-feira, junho 22, 2007
A rádio vai morrer?
A principal conclusão do seminário, segundo o DN, é catastrófica: A Rádio vai morrer muito em breve.
Mas, apesar de tal determinação, a verdade é que não encerra nada de novo. Há muito que se sentencia a morte da rádio. Contudo, confesso a minha preocupação ao ver tal unânimidade entre pessoas com um peso tão significativo na rádio em Portugal como são os casos de António Sala ou Luís Filipe Costa.
Entre os argumentos invocados para a morte da rádio sublinho os seguintes:
Luís Filipe Costa:
- "A rádio vai morrer muito em breve e só a publicidade é que decidirá por quanto tempo é que ela se mantém."
- Para Luís Filipe Costa o actual estado de coisas deve-se "às novas tecnologias, como a Internet ou o iPod".
Luís Osório:
- "(...) as receitas publicitárias não param de descer - muito mais se forem vistas à escala da Europa. Por outro, falta a ousadia de pensar que não existem desafios". Para Osório, actualmente, "todas [rádios] se parecem imitar umas às outros."
António Sala:
- "A televisão esmaga a rádio, é uma luta desleal"
Segundo o DN, só Luís Montez se mostrou mais optimista: "Com a chegada da Internet, a rádio ganhou imenso".
Uma nota final:
A rádio tem demonstrado ser o meio de comunicação que melhor se tem adaptado às novas tecnologias de informação e isso, parece-me ser, pelo menos, um sinal de que poderá (e está) encontrar novos caminhos.
segunda-feira, junho 18, 2007
Escrever para rádio
Secrets to writing short
Sound for the eyes
When old radio dogs learn to use pics
quinta-feira, junho 14, 2007
O provedor de rádio segundo o provedor de rádio
Da entrevista que José Nuno Martins deu à revista Aprender, sublinho as seguintes passagens:
Expectativas – “Não estava à espera de uma participação tão qualificada. Não é tanto pela quantidade, mas é pela qualidade da análise do ouvinte português. Isso sim surpreende-me.”
Defensor ou mediador ? – “A convicção é que ele é um defensor do ouvinte. Usei na altura uma expressão que sei que foi muito mal recebida na empresa. Eu disse que tinha mudado de trincheira. É que isto é uma batalha. Para fazer passar o conceito de que o consumidor tem direitos, é uma coisa completamente inédita na cabeça dos profissionais.”
terça-feira, junho 12, 2007
Tese sobre rádio
A tese tem por título Estratégias de programação na rádio em Portugal: o caso da RFM na transição para o digital e teve a orientação do prof. doutor Francisco Rui Cádima.
Não pude assisitir às provas da Paula, mas no blogue Indústrias Culturais, Rogério Santos, que foi um dos arguentes, colocou um post sobre o que lá se passou.
Parabéns para a nova doutora.
Rádios universitárias em debate
O debate está integrado na Prova de Aptidão Profissional que Marco Ribeiro, aluno do Curso Técnico de Comunicação/Marketing, Relações Públicas e Publicidade da Escola Profissional de Comércio Externo, no Porto, está a desenvolver.
As entradas são gratuitas e o debate decorrerá no auditório Venepor.
Tratando-se da prestação de provas para a finalização de um curso, o blogueiro saúda a iniciativa e deseja boa sorte ao aluno finalista.
Aguardo ainda que o debate possa ser disponibilizado em podcast.
sexta-feira, junho 08, 2007
Revista
A revista Aprender da Escola Superior de Educação de Portalegre dedicou pela primeira vez o seu tema central à Comunicação.O número 32 contém três textos sobre rádio:
- Uma entrevista ao Provedor do Ouvinte, José Nuno Martins;
- "O discurso da publicidade na rádio - uma proposta de leitura", de Cláudia Pacheco (ESEP);
- "O dispositivo informativo na rádio - temas e estrutura do noticiário radiofónico português", artigo do qual sou autor.
A edição da Aprender contém ainda outros artigos enquadrados no tema central, nomeadamente:
- "Uma experiência pessoal no Mundial da Alemanha", de Carlos Ferro (editor de Desporto do Diário de Notícias)
- "A blogosfera como palco para a discussão pública - o caso dos blogues de professores" (Sónia Pacheco, Educadora de Infância).
- "Las lenguas peninsulares: «continuum» comunicativo" (Cordélia Santiño - ESEP)
- "Estratégias linguísticas de distanciamento no discurso jornalístico" (Teresa Oliveira - ESEP e Janete Bessa Neves - Universidade Católica do Rio de Janeiro)
- "Comunicação e Desenvolvimento" (Sara Pina - ESEP)
- "A globalização do conceito de direitos humanos - o contributo das ONG" (Sónia Lamy - ESEP).
- "As categorias temáticas dominantes nos telejornais" (Nuno Brandão - texto originalmente publicado na revista Trajectos nº1, do ISCTE.)
- "O ESEPJornal - Estrutura e organização de um projecto de jornalismo escolar" (Lopo Pizarro e Luís Bonixe - ESEP).
Num dos próximos posts darei algumas notas sobre a entrevista a José Nuno Martins.
quinta-feira, maio 31, 2007
Fixos ou móveis ?
Uma das características da informação radiofónica é o seu imediatismo e a curta distância temporal entre a ocorrência dos factos e a sua enunciação na emissão. Por isso, ocorrem com relativa frequência, situações em que, sobre o mesmo assunto, são dadas informações diferentes. O dispositivo informativo da rádio permite-lhe actualizar e, de certo modo corrigir, essas situações nos noticiários seguintes. Compreende-se quando se fala de acontecimentos que ainda estão a decorrer e que a rádio disse "em primeiro lugar".
Mas, não parece ser este o caso. Por isso, acabo por não perceber, afinal, que radares se prepara o governo para instalar.
terça-feira, maio 22, 2007
Prémios ACIME
Na rádio, a vencedora foi a jornalista Anabela Góis, da Rádio Renascença, com a reportagem "SOS Imigrante". O trabalho pode ser escutado no site da emissora
sábado, maio 19, 2007
Tese sobre rádio
O blogueiro deseja-te boa sorte.
Via Indústrias Culturais.
sexta-feira, maio 18, 2007
Afinal os jovens não ouvem só Shakira !!!
Não deixam de impressionar os números revelados pelo The Independent se se tiver em conta que a programação da Classic FM gira em torno de grandes compositores, cuja música (pensa-se) está mais afastada dos interesses dos jovens.
A Classic FM tem uma audiência estimada em 6,5 milhões de ouvintes, sendo que 472 mil são jovens, segundo o The Independent.
Seria interessante perceber que números têm a Antena 2 e a Classe FM para apresentar nesta matéria.
quarta-feira, maio 16, 2007
A rádio, o cão e o seu dono
A rádio não é muito dada a faits-divers, mas hoje a história da detenção de José Mourinho pela polícia inglesa, depois de ter impedido que o seu cão fosse levado pelas autoridades britânicas, foi o principal tema da manhã informativa, em particular na Antena 1.

