segunda-feira, setembro 10, 2007
Mudanças no Rádio Clube
Via Meios e Publicidade.
quinta-feira, setembro 06, 2007
O Rádio Clube quer mais 100 mil ouvintes
Diz Osório: "No mínimo dos mínimos queremos ser ouvidos por 220 mil ouvintes todos os dias".
Para atingir a meta, o Rádio Clube aposta em nomes conhecidos do grande público, como Maria João Avillez e Ana Sousa Dias, e na ideia de uma rádio de proximidade com uma forte aposta na informação local.
De acordo com o Meios e Publicidade, estão a ser equacionados "dois ou três nomes" para o cargo de director de informação, que é actualmente ocupado por Luís Osório. João Adelino Faria manter-se-á como sub-director de informação. No desporto, a aposta vai para o acompanhamento dos três grandes na liga portuguesa de futebol e na Liga dos Campeões, bem como dos jogos da selecção nacional.
Congresso SOPCOM
Eis a lista de comunicações sobre rádio:
A Rádio na Internet em Portugal: A Ausência de Participação num Meio em Mudança
Pedro Portela, Universidade do Minho
Jornalismo Público: possibilidades e limites de atuação em uma rádio educativa
Tacyana Karinna Arce Rodrigués, Centro Universitário de Belo Horizonte e Universidade Federal de Minas Gerais
A publicidade radiofónica como elemento de resgate da cidadania
Luciana Panke, Universidade Federal do Paraná
Rádio-Escola: a comunicação como prática educativa
Alessandra Oliveira Araújo, Universidade Federal do Ceará
Radio: nuevas experiencias para la educación en comunicación audiovisual
Juan José Perona Páez, Mariluz Barbeito Veloso, Anna Fajula Payet, Universidade Autónoma de Barcelona
Edição online da RTP – Rádio e Televisão de Portugal: um serviço público digital ou o público à espera do serviço?
Ricardo Nunes, Escola Superior de Educação de Setúbal
Resultados de pesquisa da rede digital de comunicação e intercâmbio – RedeIFES uma infovia para rádio e televisão pública
Carlos Alberto Martins da Rocha e João Somma Neto, Universidade Federal do Paraná
O Congresso pode ser acompanhado na Internet. Está também disponível um blogue com diversas informações sobre o encontro.
quarta-feira, setembro 05, 2007
Sons búlgaros

O tempo era de descanso mas, mesmo assim, deu para escutar alguma coisa (pelo menos o que era perceptível) da rádio que se faz na Bulgária.
A passagem para um regime democrático e a recente adesão à União Europeia provocaram mudanças no país e no cenário mediático búlgaro. Prova disso é o aparecimento da FM+, a primeira rádio privada da Bulgária, criada em 1992.
A Radio Nacional da Bulgária continua a ser uma das mais populares do país onde existem diversas estações privadas, algumas delas com apostas em determinados géneros musicais como é o caso da Jazz FM ou da Classic FM.
Os hits da pop britânica e norte-americana prevalencem na maior parte das estações, muitas delas bastante recentes, como é o caso da Radio Fresh.
Sobre os noticiários é que não há nada a dizer. O búlgaro é, para o blogueiro, imperceptível.
terça-feira, setembro 04, 2007
segunda-feira, setembro 03, 2007
A Antena 1 sabe
A primeira - o uso e abuso que a Antena 1 faz da expressão "A Antena 1 sabe..." nos noticiários da estação. A propósito do assalto à dependência do BPI em Viseu, soube-se que eram três e não dois os assaltantes. Soube-se porque a Rádio no Ar de Viseu sabia, a TSF sabia e provavelmente outras rádios também sabiam, mas a Antena 1 não abdicou de referir que "A Antena 1 sabe que são três ...". A expressão dá a entender aos ouvintes que se trata de uma informação em exclusivo, (ou em primeira-mão) o que não correspondeu, pelo menos neste caso, à realidade. A Antena 1 fá-lo com frequência.
Segunda - O triunfo da rádios locais. Foi curioso verificar que TSF e Antena 1 colocaram no ar intervenções do mesmo repórter da Rádio no Ar de Viseu que acompanhava o caso do assalto à dependência do BPI.
A TSF recorreu ainda à Rádio Jornal do Fundão para obter as declarações de Marques Mendes a propósito de outro tema.
Terceira - Apreciei ouvir o Jornal de Desporto da Antena 1 às 18h e picos. Abrir com o Marítimo, mesmo num jornal temático, é coisa que vê (ouve) pouco. Raramente se escapa ao triângulo dos três grandes.
sábado, agosto 04, 2007
quarta-feira, agosto 01, 2007
Prisa compra no Chile
(ViaMeios e Publicidade)
sábado, julho 28, 2007
Leituras
Giving voice to the voiceless: How the Internet can fulfill public radio's mission
quinta-feira, julho 12, 2007
Não gosta da sua voz ?
Fica, de qualquer forma, o artigo de Al Tompkins disponível no Poynter Online.
quarta-feira, julho 11, 2007
Outros relatos
O texto assinado por Aurélio Márcio recorda nomes como Desidério Amaro "que trouxe o toque brasileiro à rádio portuguesa", Domingos Lança Moreira que "quase fez interromper as relações diplomáticas entre Portugal e Espanha com os relatos do hóquei em patins". Aurélio Márcio fala ainda de "um miúdo sensacional" referindo-se a Carlos Cruz, e do "trio da modernidade": Ribeiro Cristóvão, Fernando Correia e Jorge Perestrelo.No suplemento de 16 páginas, há ainda espaço para o aparecimento da TSF, para Alves dos Santos - "o comentarista que o país inteiro consagrou", frase que se ouvia na Reanscença -, Artur Agostinho e David Borges, entre outros.
Então, também se falava na morte da rádio, em particular do desparecimento dos relatos de futebol: a ameaça vinha dos "automóveis com TV e piloto automático...".
segunda-feira, julho 09, 2007
sexta-feira, julho 06, 2007
A rádio é uma carabina. A TV uma caçadeira
Rudolph Giuliani não tem anúncios na televisão, apostando a toda a força na rádio. Os anúncios nas estações de rádio por todo o país são acompanhados de entrevistas também a programas de rádio. Ken Glodstein, que chefia o projecto publicidade na Universidade do Wisconsin reconhece que " a rádio é uma carabina e é muito mais eficiente, enquanto a televisão é uma caçadeira".
A rádio foi o primeiro meio de comunicação social a possibilitar que os eleitores ouvissem a voz de quem iam votar. Foi com a rádio, segundo alguns autores, que nasceu a política da imagem e se começou a personalizar mediaticamente os candidatos.
Na eleição de 1924, nos EUA, Calvin Coolidge percebeu que apostar na rádio seria uma estratégia acertada. Percebeu as potencialidades do meio e como poderiam esconder a falta de atributos noutros campos.
Diria Coolidge: "I can't make an engaging, rousing or oratorial speech... but I have a good radio voice, and now I can get my message across without acquainting the public with my lack of oratorial ability". (Crook, 1998)
quinta-feira, julho 05, 2007
Paulo Alves Guerra
Os últimos programas do provedor do Ouvinte da RDP foram dedicados ao “Império dos Sentidos”, o programa da manhã da Antena 2.
A série de programas foi motivada, segundo o provedor, por um alargado rol de queixas dos ouvintes perante duas situações: o formato do programa e o desempenho do seu apresentador, o jornalista Paulo Alves Guerra.
Da audição do programa do provedor do ouvinte percebo que um dos aspectos que mais incomoda os ouvintes da Antena 2 é o estilo de apresentação de Paulo Alves Guerra. O discurso pleno de interjeições, pausado, quiça em demasia, não parece ser do agrado dos ouvintes das manhãs do segundo canal da rádio pública, ainda para mais quando Paulo Alves Guerra utiliza um tom e um ritmo próprios de uma rádio de palavra, como é o caso da TSF, mas que não é caso da Antena 2.
A acompanhar, portanto.
Uma nota final: De acordo com José Nuno Martins, Paulo Alves Guerra foi contactado para comentar as críticas ao programa, mas recusou falar sobre o assunto. É pena.
quarta-feira, julho 04, 2007
A rádio vai morrer? II
Luís Santos refere-se a um estudo que vem demonstrar que afinal os mais jovens continuam a ser atraídos pela escuta radiofónica.
P.S. - As notícias sobre a morte da rádio surgem com tal frequência que decidi criar uma etiqueta onde agrupar, a partir de agora, esses textos. Assim fica tudo organizadinho !
segunda-feira, junho 25, 2007
Revista JJ

Saiu o númeo 30 da revista JJ do Clube de Jornalistas. Nesta edição encontro vários artigos que têm a rádio como tema principal ou que a abordam de forma indirecta.
O tema de abertura "Cooperativismo: Desafio ou Utopia ?" da autoria de Helena de Sousa Freitas faz uma viagem ao mundo das cooperativas de jornalistas. A autora dá especial enfoque ao caso da TSF.
É de lembrar, ainda, que a maior parte das rádios locais portuguesas possui aquele modelo de gestão, ou seja, são cooperativas de radiodifusão.
Sobre a TSF, pode ler-se no artigo:
"(...) o modelo de uma cooperativa era o mais democrático, pois cada um dava a sua opinião e o seu voto em todas as decisões".
Destaco a crónica de João Paulo Guerra "Ainda me lembro ..." na qual o jornalista faz um percurso por eventos que vivenciou na Renascença e no Rádio Clube (então ainda Português).
Escreve JPG:
"Lembro-me, na noite de 25 de Novembro de 1967, quando já havia umas centenas de mortos contados nas inundações de Lisboa e arredores, a Censura decidir que a partir daquele momento não morria mais ninguém".
Por fim, refiro o texto que assino intitulado "O referendo ao aborto na rádio - O olhar da classe política".
sexta-feira, junho 22, 2007
A rádio vai morrer?
A principal conclusão do seminário, segundo o DN, é catastrófica: A Rádio vai morrer muito em breve.
Mas, apesar de tal determinação, a verdade é que não encerra nada de novo. Há muito que se sentencia a morte da rádio. Contudo, confesso a minha preocupação ao ver tal unânimidade entre pessoas com um peso tão significativo na rádio em Portugal como são os casos de António Sala ou Luís Filipe Costa.
Entre os argumentos invocados para a morte da rádio sublinho os seguintes:
Luís Filipe Costa:
- "A rádio vai morrer muito em breve e só a publicidade é que decidirá por quanto tempo é que ela se mantém."
- Para Luís Filipe Costa o actual estado de coisas deve-se "às novas tecnologias, como a Internet ou o iPod".
Luís Osório:
- "(...) as receitas publicitárias não param de descer - muito mais se forem vistas à escala da Europa. Por outro, falta a ousadia de pensar que não existem desafios". Para Osório, actualmente, "todas [rádios] se parecem imitar umas às outros."
António Sala:
- "A televisão esmaga a rádio, é uma luta desleal"
Segundo o DN, só Luís Montez se mostrou mais optimista: "Com a chegada da Internet, a rádio ganhou imenso".
Uma nota final:
A rádio tem demonstrado ser o meio de comunicação que melhor se tem adaptado às novas tecnologias de informação e isso, parece-me ser, pelo menos, um sinal de que poderá (e está) encontrar novos caminhos.
segunda-feira, junho 18, 2007
Escrever para rádio
Secrets to writing short
Sound for the eyes
When old radio dogs learn to use pics
quinta-feira, junho 14, 2007
O provedor de rádio segundo o provedor de rádio
Da entrevista que José Nuno Martins deu à revista Aprender, sublinho as seguintes passagens:
Expectativas – “Não estava à espera de uma participação tão qualificada. Não é tanto pela quantidade, mas é pela qualidade da análise do ouvinte português. Isso sim surpreende-me.”
Defensor ou mediador ? – “A convicção é que ele é um defensor do ouvinte. Usei na altura uma expressão que sei que foi muito mal recebida na empresa. Eu disse que tinha mudado de trincheira. É que isto é uma batalha. Para fazer passar o conceito de que o consumidor tem direitos, é uma coisa completamente inédita na cabeça dos profissionais.”

