terça-feira, março 31, 2009

Jornalismo de Ciência e Ambiente


O jornalismo de Ciência e de Ambiente vai estar amanhã em debate na Universidade do Minho. A iniciativa é do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade e da Associação de Repórteres de Ciência e Ambiente.

Também se falará de rádio com José Pedro Frazão, editor da Rádio Renascença.

Via Jornalismo e Comunicação.

segunda-feira, março 30, 2009

A Antena 1 e a saúde offline

Uma nota positiva, e quanto a mim merecida, para a secção de saúde da Antena 1 e em particular para Jorge Correia. É na rádio pública que encontro maior cobertura noticiosa de assuntos de saúde fora do âmbito das políticas do governo para o sector.
Hoje de manhã ouviu-se um estudo, realizado em Portugal, sobre a relação entre o vírus herpes e o linfoma.

Uma nota negativa: estranhamente não encontro essa notícia no menu que o site da Antena 1 disponibiliza. Aliás, nem essa nem muitas outras que ouvimos nos noticiários da rádio.

Assim cai por terra a proposta da rádio pública para que possamos fazer o nosso próprio noticiário. No online é importante disponibilizar as ferramentas, mas também os conteúdos.

Act: 15h06. Agora a peça já lá está.

quarta-feira, março 25, 2009

Rádio no Twitter II

Depois da TSF e do Rádio Clube, há mais rádio no twitter:

94FM e a rádio pública: Antena 1; 2 e 3.

E ainda a Renascença e a
RFM que criaram contas, mas que não são actualizadas.

Se o número de rádios é ainda reduzido, a quantidade de jornalistas de rádio presentes no twitter é significativo, incluindo aqueles que utilizam esta plataforma para a divulgação dos programas que têm em antena.

Alguns exemplos: José Pedro Frazão; Carlos Vaz Marques; João Paulo Meneses; Nuno Domingues.
Há efectivamente um gosto especial pelo twitter que não encontramos nos blogues e muito menos nos podcasts.

Alguém um dia há-de estudar isto.

sábado, março 21, 2009

O anúncio da Antena 1

Já foi tudo dito sobre o anúncio da Antena 1. Apenas registo o meu acordo com a posição dos provedores da RDP e da RTP e congratulo-me por este caso demonstrar a utilidade das suas funções.

Sobre o anúncio em si, a intenção até pode ter sido a melhor, mas que caiu mal, caiu.

terça-feira, março 17, 2009

Museu da rádio

Já dei uma volta pelo Museu Virtual da Rádio. É interessante e vale a pena uma visita. Mas como tem sido assinalado noutros blogues, falta o Museu em espaço real.

domingo, março 08, 2009

Moçambique

Uma excelente janela que Rui Tukayana nos abriu sobre Moçambique. As reportagens passaram na rádio na semana passada. Quem não ouviu pode escutá-las no site da TSF. E como a rádio já não é só som, vale a pena espreitar as fotos.

quarta-feira, março 04, 2009

Noticiário à la carte na rádio pública

O site da RTP, no qual está a página da rádio pública, foi remodelado. É agora possível encontrar, de forma mais organizada e atractiva do ponto de vista gráfico, os sons da rádio.

Há uma inovação que é a possibilidade de o utilizador fazer o seu próprio noticiário, escolhendo os temas que considera mais interessantes e assim criar uma espécie de playlist de notícias.

A experimentar.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

O provedor da RDP em 2008

Já está disponível o relatório de actividade de 2008 do Provedor do Ouvinte da RDP. Do documento sublinho as considerações feitas a propósito da informação.

Adelino Gomes recebeu 116 mensagens que abordam questões relacionadas com a informação. A Antena 1, tal como já sucedera com o seu antecessor, foi a estação mais visada pelos ouvintes, seguindo-se a Antena 2.

Apesar de no total ter recebido menos queixas dos ouvintes, a área da informação registou uma subida de 10 por cento em relação ao ano anterior.

A maior parte das mensagens recebidas pelo Provedor em relação à informação teve a ver com o alinhamento e critérios jornalísticos utilizados. Este item recebeu sobretudo queixas negativas. O mesmo sucedeu com a qualidade da informação.
"O alinhamento dos noticiários e a qualidade da informação em geral estão no centro de quase metade das mensagens recebidas nesta área temática" (p.42).

O programa Antena Aberta recebeu várias mensagens “a maioria com apreciações negativas mas mais de um terço com elogios” (p.42). Este programa, com a participação dos ouvintes, volta a estar no centro da actuação do provedor, tal como já tinha sucedido com José Nuno Martins. Adelino Gomes, nas suas reflexões finais dedica-lhe algum espaço e recorda a interpelação feita por um elemento do Conselho de Opinião da RDP:


“O mesmo conselheiro quis saber de mim se iria defender ou não o fim de programas do género da Antena Aberta, sobre o qual teceu considerações frontalmente desfavoráveis. Aproveitei esta questão polémica para lhe responder que, pelo contrário, considerava este tipo de programa como o perfeito exemplo de empowerment da cidadania propiciado pela rádio e cuja manutenção (com as ressalvas óbvias em relação a vulnerabilidades conhecidas mas evitáveis do modelo) eu defenderia com grande convicção” (p.69).


O programa Contraditório recebeu mais mensagens negativas do que positivas enquanto que o Conselho Superior recebeu “mais elogios do que manifestações de desagrado”.
O programa de informação local “Portugal em Directo” só recebeu mensagens positivas.


Leitura: Relatório do Provedor do Ouvinte.

terça-feira, fevereiro 03, 2009

Outros sons nas notícias

Os noticiários da rádio são normalmente espaços muito fechados em termos de agenda. Há pouco tempo para dizer as coisas e o que se diz segue, por regra, os grandes temas da actualidade.

Por isso, é sempre de elogiar quando há tentativas das redacções para introduzir novas temáticas que nos forneçam uma visão mais alargada e diversificada do país e do mundo. A opção da actual equipa da manhã da Antena 1 de fazer uma ronda por dois correspondentes internacionais que relatam o que é notícia nos respectivos países parece-me acertada.

Mas queria sublinhar o trabalho do jornalista Rui Miguel Silva naquilo a que a TSF chamou de Dodge Journey. Trata-se de uma iniciativa à qual já aqui me referi por pretender potenciar a presença da rádio na Internet. O repórter percorre o país à descoberta de "estórias" que normalmente não são "estória" na rádio e vai actualizando um blogue. Pontualmente, essas notícias chegam à rádio e aos noticiários. E resulta bem. Há novos protagonistas, novas vozes, temas diferentes e isso é bom. Hoje, e só ouvi na TSF, Rui Miguel Silva puxou por uma "estória" que conta que o Carnaval da Mealhada vai ter de pagar pela primeira vez, em 30 anos de existência,impostos.

terça-feira, janeiro 27, 2009

RDP emite em DRM

Com o DAB em estado "moribundo", a RDP iniciou emissões experimentais em DRM (Digital Radio Mondiale), um sistema que permite digitalizar a emissão em Onda Média e Onda Curta. Nesse sentido acrescentará às emissões uma clara melhoria da qualidade sonora.
As experiências circunscrevem-se às emissões da RDP Internacional.

Lê-se na notícia do Meios&Publicidade:

A partir de 31 de Janeiro a RDP Internacional vai iniciar um período de emissões experimentais usando o sistema DRM. (Digital Radio Mondiale). As emissões, em colaboração com a Deustche Welle, cobrem o período das 9h30 às 11h, na frequência de 9815 kHz

quarta-feira, janeiro 07, 2009

Graça Franco assume direcção de informação na Renascença

O novo ano trouxe uma nova directora na Renascença. Graça Franco substitui Sarsfield Cabral na direcção de informação da emissora católica.

A nova directora disse em entrevista ao Correio da Manhã que irá proceder a alterações tanto na redacção como na linha editorial da emissora. Eunice Lourenço continuará a ser a chefe de redacção.

Entretanto, Sarsfield Cabral passa a assegurar um novo espaço de opinião no Página 1, o jornal em pdf da Renascença. Sarsfield Cabral foi director de informação da Renascença entre 2003 e 2008 período durante o qual a emissora católica passou por modificações ao nível da informação marcadas, sobretudo, por uma aposta clara na presença na Internet.

terça-feira, dezembro 30, 2008

domingo, dezembro 14, 2008

Congresso de ciberjornalismo III - As notícias dos sites da rádio

No congresso apresentei a comunicação com o título “As notícias dos sites das rádios portuguesas - contributos para a sua compreensão” com a qual pretendi lançar um olhar sobre a relação entre a rádio dita tradicional e a sua presença na Internet, partindo do campo específico das notícias.

Analisei as notícias disponibilizadas nos sites das três principais rádios de informação portuguesas (Antena 1, RR e TSF) procurando identificar a relação com as notícias emitidas nos noticiários daquelas estações.

Eis algumas conclusões:

1º - Os sites dependem quase em exclusivo das notícias que a rádio tradicional difunde. Essa dependência verifica-se ao nível dos temas das notícias e das manchetes utilizadas no online. No período analisado, todos os temas de manchete do site da TSF foram igualmente temas de abertura nos noticiários da rádio. Na Renascença, essa correspondência situa-se acima dos 90 por cento.

2º Um olhar para a utilização dos recursos expressivos proporcionados pela Internet, permite observar o fraco uso nas notícias de recursos tais como o vídeo e até de hiperligações. Os sites das rádios RR e TSF utilizam sobretudo fotografia e ligações para notícias relacionadas. A Antena 1 é, neste aspecto menos interessante, uma vez que se limita a colocar online os sons que emitiu na rádio, sem qualquer modificação.

3º A análise ocorreu no chamado período da Manhã 1 da rádio, ou seja, consistiu na comparação das notícias dos sites com as dos noticiários da rádio hertziana entre as 7 e as 10 da manhã. Foi possível verificar o dinamismo evidenciado no que diz respeito à actualização. Em média, de 30 em 30 minutos, foram colocadas nos sites da RR e da TSF pelo menos uma notícia. É preciso notar, no entanto, que no mesmo período do dia, a rádio produz muitas notícias e como existe uma quase total dependência daquilo que é difundido na emissão hertziana, é normal que quem está responsável pela actualização do site tenha muito material disponível.

4º O mesmo já não se pode dizer da actualização das notícias, pois elas surgem no site na sua forma final, não sofrendo, na maior parte dos casos, qualquer modificação.

5º A Internet apresneta-se actualmente como um cenário emergente para o jornalismo radiofónico português. O estado actual é de complementaridade. A rádio hertziana tem as notícias (fruto de estruturas redactoriais mais compostas) e os sites acrescentam-lhes recursos que não fazem parte da expressividade radiofónica como sejam a fotografias, vídeos, infografia etc. Essa complementaridade verifica-se também ao nível da oferta de novos produtos como é o caso do Página UM (jornal em pdf da Renascença) ou da emissão de relatos de futebol online (caso da Antena 1).
Um dado que parece ir ao encontro de outros estudos sobre ciberjornalismo tem a ver com o fraco aproveitamento da interactividade. As notícias dos sites da RR, TSF e Antena 1 não permitem ao utilizador fazer comentários ou contactar com os jornalistas autores das peças.

Congresso de ciberjornalismo II - A rádio

Não se falou muito, mas assinalo alguns aspectos que me parecem importantes.

Na comunicação apresentada por Pedro Caeiro, editor multimédia da Renascença, foi feito um percurso da presença da emissora católica na Web, destacando o processo claramente evolutivo desde o seu início até hoje. Se a página da RFM complementa o carácter de entretenimento da estação, já a Renascença faz uma clara aposta no domínio da informação e do uso das ferramentas online, com particular destaque para a infografia e vídeo. Neste último aspecto, Caeiro referiu que no próximo ano o site avançará com a webtv. O Página Um, jornal em pdf da RR, parece também ter sido uma boa aposta da estação pois segundo os dados anunciados no congresso já tem 66 mil assinantes.

Fernando Zamith apresentou os dados da sua investigação sobre o aproveitamento das potencialidades pelos ciberjornais portugueses. Os dados, referentes a 2008, colocam a TSF como o site de rádios que melhor uso faz das potencialidades online e na 3ª posição no total dos ciberjornais portugueses. A Renascença surge em sexto lugar e o Rádio Clube na 14º. Quanto ao aproveitamento de cada potencialidade em particular, os dados apresentados revelaram que a RR é o site português que melhor aproveitamento faz da multimedialidade (uso de vários recursos multimédia: vídeo, áudio etc) e que é o segundo (atrás do jornal Académico Jornalismo Porto Net) no que diz respeito à hipertextualidade.

Uma nota final para o site da Renascença que teve trabalhos nomeados para várias categorias dos prémios de Ciberjornalismo, atribuídos por um júri do congresso, no entanto, acabaria por não vencer nenhum deles.

sábado, dezembro 13, 2008

Congresso de ciberjornalismo I

Os últimos dois dias foram passados no Porto, no I Congresso Internacional de Ciberjornalismo, promovido pela Universidade do Porto.

Das várias e interessantes sessões e comunicações apresentadas destacaria três eixos que me parecem ter sido transversais às várias intervenções:

1ª O jornalista do futuro. Que profissional e perfil serão necessários para enfrentar todos os desafios que se vão colocar (e já se colocam) aos jornalistas. As intervenções nesta matéria andaram entre a polivalência (o jornalista capaz de dominar todas as técnicas próprias do ambiente do ciberjornalismo) e a especialização (domínio especifico de algumas dessas técnicas – vídeo, infografia – mas não todas). Anexadas a estas duas perspectivas, emerge a questão da própria formação dos jornalistas não apenas em ambiente académico, mas também profissional.
Por outro lado, a questão da polivalência questiona a própria função dos jornalistas que entre tantas ferramentas que necessitam dominar, lhes restará pouco tempo para fazer aquilo que é realmente a sua função: informar.
Bem a propósito, Mark Deuze, falava na sua intervenção (videoconferência) que o poder cultural do jornalismo e dos jornalistas nas sociedades está a diminuir, transferindo-se para dois outros campos: o das audiências (que agora também são produtores) e o dos empregadores dos media. Deuze concluiu que provavelmente continuaremos a precisar de jornalistas, mas não do actual tipo de jornalistas, aludindo à necessidade de uma nova cultura profissional.

2º O jornalismo do futuro. Está inerente à questão anterior. A tecnologia tem mostrado ser demasiado rápida em função do aproveitamento que dela se consegue fazer. O surgimento de novas ferramentas coloca ao jornalismo (e às empresas de media) frequentes questões. Disso falou a professora e investigadora brasileira Beth Saad Corrêa que colocou o jornalismo num contexto de uma parafernália de funcionalidades. O ciberjopnalismo Web 2.0 convoca também um jornalista com um perfil distinto daquele que conhecemos. Saad Corrêa propõe o “jornalista estrategista” que vai para além da simples produção de texto e que é capaz de usar e gerenciar todas as ferramentas disponíveis no contexto da Web 2.0.
Por outro lado, num tal cenário é importante não perder de vista as próprias empresas, o ensino do jornalismo e sobretudo o utilizador dos novos media na medida em que num tal contexto revela-se muito importante a adopção de estratégias tendentes à aproximação dos cibernautas.

3º A convergência. Foi o tema transversal a praticamente todas as intervenções. Convergência na narrativa, no perfil do jornalista e nas organizações jornalísticas. Para Ramón Salaverria a convergência é um processo inevitável. Aquele que é considerado um dos mais prestigiados investigadores nesta matéria sublinhou que essa convergência passa pelo multimédia em vez do many media, que é o cenário actual, ou seja a junção dos vários media e não a criação de um verdadeiro novo conceito. Aliás, Mário Táscon sublinharia na sua intervenção que a internet é muito mais do que a soma das suas partes aludindo à precaução que é preciso ter com os modelos híbridos.
A convergência tem subjacente um novo conceito e cultura para os media bem como para os seus profissionais o que passa, uma vez mais, pela formação, pela colocação em prática de novas narrativas e práticas discursivas que resultam do uso de uma nova linguagem. Tascón apresentou, ainda que sucintamente, um novo modelo de organização da redacção que se caracteriza pela sua estruturação em rede, na qual todos os seus elementos estão em condições de comunicar uns com os outros.
Aliás, no plano da organização jornalística, o termo comunicação parece ser a chave para a convergência. Salaverria sublinhou que o mais importante não é que as redacções se reúnam, mas sim que comuniquem entre si.
A ideia de convergência convoca ainda a dimensão da narrativa. Ou seja, se os jornalistas têm hoje ao seu dispor um conjunto de ferramentas várias (hipertextuais, multimédia, interactivas etc) e partindo do pressuposto que as sabem usar, como se deve contar uma estória? Neste campo foram enunciadas várias experiências levadas a cabo pelos vários meios de comunicação social e que demonstram alguma actividade neste domínio, mesmo no contexto português, quanto ao uso de vídeo, áudio, infografia etc.


Mais sobre o congresso aqui.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Doutoramento em rádio

João Paulo Menezes defende no dia 11, na Universidade de Vigo, a sua tese de doutoramento com o título “O consumo activo dos novos utilizadores na Internet: ameaças e oportunidades para a rádio musical (digitalizada)”.

A investigação de JPM junta-se a outras teses de doutoramento sobre a rádio portuguesa e das quais destaco as seguintes:

MEDITSCH, Eduardo (1996) "A especificidade do rádio informativo: um estudo da construção, discurso e objectivação da informação jornalística no rádio, a partir de emissoras especializadas de Portugal e do Brasil em meados da década de 90". Universidade Nova de Lisboa - Publicada pela Minerva (1998) sob o título A Rádio na Era da Informação.

MELO, Rui de. "O Digital Audio Broadcasting e as implicações nos conteúdos radiofónicos". Universidad Pontificia de Salamanca. Publicado pela Universidade Fernando Pessoa sob o título A Rádio e a Sociedade de Informação (2001).

REIS, Filipe (2006) "Comunidades radiofónicas: um estudo etnográfico sobre a radiodifusão local em Portugal". ISCTE.

CORDEIRO, Paula (2007) "Estratégias de programação na rádio em Portugal: o caso da RFM na transição para o digital". Universidade Nova de Lisboa.

quinta-feira, dezembro 04, 2008

Dodge Journey

Um repórter pelo país.
Um projecto interessante e um exemplo mais de como a rádio informativa pode potenciar a sua presença na Internet.
Ontem passou um mês desde o início do trabalho levado a cabo pelo jornalista Rui Miguel Silva.
Para seguir aqui.

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Rádio e Jornalismo

O Rádio e Jornalismo assinala hoje três anos de existência.
Obrigado aos que por aqui têm passado.