quarta-feira, fevereiro 15, 2012
A rádio na frequência da web
A rádio na frequência da web é o título do nº 20 da revista Comunicação e Sociedade do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade. O número foi coordenado por Madalena Oliveira e Pedro Portela e o índice pode ser consultado aqui.
segunda-feira, fevereiro 13, 2012
Dia Mundial da Rádio
Três sons que marcaram a história da rádio:
A Guerra dos Mundos de Orson Wells, o encerramento da Rádio Alice, um dos símbolos da liberalização do sector radiofónico na Europa e a leitura do comunicado do MFA aos microfones do Rádio Clube Português.
O dia mundial da rádio é assinalado em Portugal no Atmosphere Lounge em Lisboa.
Programa:
16h30 apresentação do documentário de Rádio Energia 2.0: a Rádio Energia 20 anos depois
17h00 a investigação sobre radiodifusão em Portugal
18h00 a rádio como meio social
19h00 tertúlia rádio - passado e presente
19h45 DJ Battle e cocktail
A Guerra dos Mundos de Orson Wells, o encerramento da Rádio Alice, um dos símbolos da liberalização do sector radiofónico na Europa e a leitura do comunicado do MFA aos microfones do Rádio Clube Português.
O dia mundial da rádio é assinalado em Portugal no Atmosphere Lounge em Lisboa.
Programa:
16h30 apresentação do documentário de Rádio Energia 2.0: a Rádio Energia 20 anos depois
17h00 a investigação sobre radiodifusão em Portugal
18h00 a rádio como meio social
19h00 tertúlia rádio - passado e presente
19h45 DJ Battle e cocktail
quinta-feira, fevereiro 02, 2012
domingo, janeiro 29, 2012
Livros sobre rádio
Novos livros sobre rádio:
Community Radio in the Twenty - First Century e Radio and Society: New Thinking for an Old Medium
Community Radio in the Twenty - First Century e Radio and Society: New Thinking for an Old Medium
terça-feira, janeiro 24, 2012
A rádio pública, de novo
Escreve o PÚBLICO: Uma crónica crítica em relação a Angola, do jornalista Pedro Rosa Mendes, terá levado a RDP a acabar com o espaço de opinião "Este Tempo", da Antena 1.
Uma rádio pública credível e séria aos olhos dos seus ouvintes dispensa casos como este. Contra ela pendem sempre inúmeras suspeições, e situações como esta não ajudam a clarificar o seu papel insubstituível.
Entre aqueles que nada têm a comentar e os que dizem que já tudo estava decidido há muito tempo o que ficará neste caso, temo, é uma vez mais a ideia generalizada de uma rádio instrumentalizada pelo poder.
Mesmo que assim não seja, a rádio pública voltará a sofrer com isso.
A esperança é que o que aí vem (debates, inquéritos, etc.) nos possa dar alguma luz sobre o que realmente se passou neste caso!
Para já, Raquel Freire despediu-se assim do espaço "Este Tempo".
Uma rádio pública credível e séria aos olhos dos seus ouvintes dispensa casos como este. Contra ela pendem sempre inúmeras suspeições, e situações como esta não ajudam a clarificar o seu papel insubstituível.
Entre aqueles que nada têm a comentar e os que dizem que já tudo estava decidido há muito tempo o que ficará neste caso, temo, é uma vez mais a ideia generalizada de uma rádio instrumentalizada pelo poder.
Mesmo que assim não seja, a rádio pública voltará a sofrer com isso.
A esperança é que o que aí vem (debates, inquéritos, etc.) nos possa dar alguma luz sobre o que realmente se passou neste caso!
Para já, Raquel Freire despediu-se assim do espaço "Este Tempo".
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Em dois lugares ao mesmo tempo
Os novos caminhos da rádio também passam por isto. Hoje a TSF fez dois directos em simultâneo. Depois das 10 da manhã, nas ondas da rádio escutou-se o Fórum dedicado a Guimarães Capital Europeia da Cultura, enquanto que na Internet era transmitido o debate quinzenal na Assembleia da República.
sexta-feira, dezembro 23, 2011
Radio Evolution na JJ
O nº 48 da revista JJ do Clube de Jornalistas publica um artigo (pp. 6-11) que assino sobre o congresso ECREA "Radio Evolution", realizado em Braga no passado mês de Setembro.
quinta-feira, dezembro 22, 2011
Sonoplastia
Por vezes o trabalho que realizam passa-nos ao lado. Injustamente. Contar a realidade através de sons depende em boa parte daquilo que os sonoplastas fazem. A reportagem da TSF é um excelente exemplo de como a riqueza da linguagem exclusivamente sonora pode ser evidenciada.
Vem isto a propósito de um sublinhado que o João Paulo Meneses, em boa hora, fez em relação a um post meu, relembrando que só em 2011 Luís Borges, sonoplasta da TSF venceu 6 prémios.
Aqui fica a lista e os meus parabéns a Luís Borges e a toda a equipa que com ele trabalha na TSF.
2011
Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha
João Francisco Guerreiro, com sonoplastia de Luís Borges
Missão Haiti
Prémio de Jornalismo Direitos Humanos e Integração – UNESCO
Categoria rádio – menção honrosa
Missão Haiti
João Francisco Guerreiro, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio Jornalismo pela Diversidade Cultural - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural
Menção Honrosa, Categoria rádio
A Vida em Dois Actos
Ana Sofia Freitas, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio Gazeta de Rádio – Clube de Jornalistas
A Terra a Quem a Trabalha
Carlos Júlio, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio "Galardão da Inclusão» (Centro de Recursos para a Inclusão Social )
Vermelho da Cor do Céu
Ana Catarina Santos e Luís Borges
Prémio Nacional de Jornalismo LPCC/SPMSD 2011 (iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Sanofi Pasteur MSD, que distingue o melhor trabalho jornalístico na área da oncologia)
Cristina Lai Men e sonoplastia de Luís Borges
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2086097
Vem isto a propósito de um sublinhado que o João Paulo Meneses, em boa hora, fez em relação a um post meu, relembrando que só em 2011 Luís Borges, sonoplasta da TSF venceu 6 prémios.
Aqui fica a lista e os meus parabéns a Luís Borges e a toda a equipa que com ele trabalha na TSF.
2011
Prémio Internacional de Jornalismo Rei de Espanha
João Francisco Guerreiro, com sonoplastia de Luís Borges
Missão Haiti
Prémio de Jornalismo Direitos Humanos e Integração – UNESCO
Categoria rádio – menção honrosa
Missão Haiti
João Francisco Guerreiro, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio Jornalismo pela Diversidade Cultural - Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural
Menção Honrosa, Categoria rádio
A Vida em Dois Actos
Ana Sofia Freitas, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio Gazeta de Rádio – Clube de Jornalistas
A Terra a Quem a Trabalha
Carlos Júlio, com sonoplastia de Luís Borges
Prémio "Galardão da Inclusão» (Centro de Recursos para a Inclusão Social )
Vermelho da Cor do Céu
Ana Catarina Santos e Luís Borges
Prémio Nacional de Jornalismo LPCC/SPMSD 2011 (iniciativa da Liga Portuguesa Contra o Cancro e da Sanofi Pasteur MSD, que distingue o melhor trabalho jornalístico na área da oncologia)
Cristina Lai Men e sonoplastia de Luís Borges
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/AudioeVideo.aspx?content_id=2086097
sexta-feira, dezembro 16, 2011
Livros sobre a rádio portuguesa
Lista de publicações sobre a rádio portuguesa (a ordem segue o ano de edição).
Todas as contribuições no sentido de completar esta lista serão muito úteis.
- SANTOS, Rogério (2017) A Emissora Nacional e as mudanças políticas (1968-1975). Edições Minerva.
- COSTA, Pedro (2017) Teias da Rádio: Ensaios e Reflexões sobre as Políticas do Setor. CS Edições.
- MENESES, João Paulo (2016) Jornalismo Radiofónico. Ebook. Disponível aqui.
- OLIVEIRA, M. PRATA, N. (2015) Rádio em Portugal e no Brasil: Trajetória e Cenários. Ebook. Disponível aqui.
- REIS, Ana Isabel (2015). O Áudio nas cibernotícias das rádios. Lisboa: Media XXI.
- SANTOS, Rogério, 2014 - Sempre no Ar, Sempre Consigo (1941-1968). Lisboa: Colibri
- CARVALHEIRO, José Ricardo (2014) As Caixas Mudaram o Mundo? Usos femininos dos media no Estado Novo.
- REIS, Ana Isabel, RIBEIRO, Fábio & PORTELA, Pedro (2014). Das Piratas à Internet: 25 anos de Rádios Locais. Disponível aqui.
- SANTOS, Sílvio Correia (2013). Os média de Serviço Público. ebook disponível aqui.
- FERREIRA, Carolina (2013). Os Media na Guerra Colonial - a manipulação da Emissora Nacional como altifalante do regime. Coimbra: Minerva.
ALMEIDA, Carla Aurélia (2012) "A Construção da Ordem Interaccional na Rádio - contributo para uma análise linguística do discurso em interacções verbais". Porto: Edições Afrontamento.
- BONIXE, Luís (2012). A informação radiofónica - rotinas e valores-notícia da reprodução da realidade na rádio portuguesa. Lisboa: Livros Horizonte.
- MENESES, João Paulo (2012). Estudos sobre a rádio - passado, presente e futuro. Porto: Mais Leituras.
- CRESPO, Magalhães (2012). Os meus 31 anos na Rádio Renascença. Lisboa: Principia Editora.
- PORTELA, Pedro (2011) Rádio na Internet em Portugal. Humus
- QUEIROZ, Sousa, J. (2011). 20 Anos ao Serviço das Rádios Locais - ARIC 1991-2011, Contributos para a história. ARIC.
- RIBEIRO, Nelson (2011) BBC Broadcasts to Portugal in World War II: How Radio Was Used As a Weapon of War. London: Winston Books.
- SALA, António(2011). Memórias da vida e da rádio dos afectos. Lisboa: Oficina do Livro
- LEITE, Renato Costa (2010) Estratégias Empresariais da Radiodifusão Pública e Privada. Media XXI.
- CORDEIRO, Paula (2010) A Rádio e as Indústrias Culturais. Lisboa: Livros Horizonte
- ERC (2009) , Caracterização do sector da radiodifusão local.
- SOARES, Vítor (2009), A Rádio, Ouvida e Pensada. Bubok (ebook).
- AA.VV. (2008), Tão Perto do Mundo – 20 Acontecimentos em 20 anos da rádio que mudou a rádio, Lisboa: Prime Book.
- PINTO, Marcos (2007). No ar : 100 histórias da rádio. Parede: Prime Books
- CRISTO, Dina (2005), A Rádio em Portugal e o Declínio do Regime de Salazar e Caetano (1958-1974), Coimbra: Minerva
- RIBEIRO, Nelson (2005), A Emissora Nacional nos Primeiros Anos do Estado Novo 1933-1945, Lisboa: Quimera Editores.
- SANTOS, Rogério (2005), As Vozes da Rádio 1924-1939, Lisboa: Caminho
- SANTOS, Paula B. (2005) Igreja Católica, Estado e Sociedade, 1968-1975: o Caso Rádio Renascença. Lisboa. Imprensa de Ciências Sociais.
- DUARTE, Feliciano Barreiras (2005) — Informação de Proximidade — Jornais e Rádios. Lisboa: Âncora Editora,
- CORREIA, Fernando (2004) A Rádio não acontece... faz-se. Lisboa: Sete Caminhos.
- SEQUEIRA, Hélder (2003) O Dever da Memória - Uma Rádio no Sanatório da Montanha. Câmara Municipal da Guarda.
- RIBEIRO, Nelson (2002) “A Rádio Renascença e o 25 de Abril”, Universidade Católica. Editora, Lisboa
- MENESES, João Paulo (2003), Tudo o Que se Passa na TSF, Porto: Jornal de Notícias.
- MELO, Rui (2001), A Rádio e a Sociedade de Informação, Porto: Fundação Fernando Pessoa.
- MAIA, Matos (1999) “Aqui Emissora da Liberdade”, Caminho, Lisboa
- MEDITSCH, Eduardo (1999), A Rádio na Era da Informação, Coimbra: Minerva.
- MIGUEL, Aura (1992), Rádio Renascença: os trabalhos e os dias (1933-1948), Lisboa: Imprensa Nacional.
- AA.VV. (1996), Colóquios sobre Rádio, Lisboa: Publicações Dom Quixote.
- MAIA, Matos (1995), Telefonia, Lisboa: Círculo dos Leitores.
- MARCOS, Luís Humberto (1989), Rádios Locais – A lei e a realidade, Porto: Centro de Formação de Jornalistas.
- AA.VV. (1986), 60 Anos de Rádio Em Portugal, Lisboa: Vega.
- NEVES, Moreira das (1980) Para a História da Rádio Renascença — Monsenhor Lopes da Cruz e a Emissora Católica Portuguesa — Subsídios e Comentários. Lisboa: Rádio Renascença.
- RIBEIRO, Fernando Curado (1964) Rádio: Produção, Realização, Estética. Lisboa: Arcádia.
A lista de Teses de doutoramento sobre a rádio portuguesa pode ser consultada aqui .
Todas as contribuições no sentido de completar esta lista serão muito úteis.
- SANTOS, Rogério (2017) A Emissora Nacional e as mudanças políticas (1968-1975). Edições Minerva.
- SANTOS, Rogério (2017) - Estudos da Rádio em Portugal. Lisboa: Universidade Católica Portuguesa.
- LEITE, Renato (2017). Estratégias Empresariais da Radiodifusão Pública e Privada. Media XXI. - COSTA, Pedro (2017) Teias da Rádio: Ensaios e Reflexões sobre as Políticas do Setor. CS Edições.
- MENESES, João Paulo (2016) Jornalismo Radiofónico. Ebook. Disponível aqui.
- OLIVEIRA, M. PRATA, N. (2015) Rádio em Portugal e no Brasil: Trajetória e Cenários. Ebook. Disponível aqui.
- REIS, Ana Isabel (2015). O Áudio nas cibernotícias das rádios. Lisboa: Media XXI.
- SANTOS, Rogério, 2014 - Sempre no Ar, Sempre Consigo (1941-1968). Lisboa: Colibri
- CARVALHEIRO, José Ricardo (2014) As Caixas Mudaram o Mundo? Usos femininos dos media no Estado Novo.
- REIS, Ana Isabel, RIBEIRO, Fábio & PORTELA, Pedro (2014). Das Piratas à Internet: 25 anos de Rádios Locais. Disponível aqui.
- SANTOS, Sílvio Correia (2013). Os média de Serviço Público. ebook disponível aqui.
- FERREIRA, Carolina (2013). Os Media na Guerra Colonial - a manipulação da Emissora Nacional como altifalante do regime. Coimbra: Minerva.
ALMEIDA, Carla Aurélia (2012) "A Construção da Ordem Interaccional na Rádio - contributo para uma análise linguística do discurso em interacções verbais". Porto: Edições Afrontamento.
- BONIXE, Luís (2012). A informação radiofónica - rotinas e valores-notícia da reprodução da realidade na rádio portuguesa. Lisboa: Livros Horizonte.
- MENESES, João Paulo (2012). Estudos sobre a rádio - passado, presente e futuro. Porto: Mais Leituras.
- CRESPO, Magalhães (2012). Os meus 31 anos na Rádio Renascença. Lisboa: Principia Editora.
- PORTELA, Pedro (2011) Rádio na Internet em Portugal. Humus
- QUEIROZ, Sousa, J. (2011). 20 Anos ao Serviço das Rádios Locais - ARIC 1991-2011, Contributos para a história. ARIC.
- RIBEIRO, Nelson (2011) BBC Broadcasts to Portugal in World War II: How Radio Was Used As a Weapon of War. London: Winston Books.
- SALA, António(2011). Memórias da vida e da rádio dos afectos. Lisboa: Oficina do Livro
- LEITE, Renato Costa (2010) Estratégias Empresariais da Radiodifusão Pública e Privada. Media XXI.
- CORDEIRO, Paula (2010) A Rádio e as Indústrias Culturais. Lisboa: Livros Horizonte
- ERC (2009) , Caracterização do sector da radiodifusão local.
- SOARES, Vítor (2009), A Rádio, Ouvida e Pensada. Bubok (ebook).
- AA.VV. (2008), Tão Perto do Mundo – 20 Acontecimentos em 20 anos da rádio que mudou a rádio, Lisboa: Prime Book.
- PINTO, Marcos (2007). No ar : 100 histórias da rádio. Parede: Prime Books
- CRISTO, Dina (2005), A Rádio em Portugal e o Declínio do Regime de Salazar e Caetano (1958-1974), Coimbra: Minerva
- RIBEIRO, Nelson (2005), A Emissora Nacional nos Primeiros Anos do Estado Novo 1933-1945, Lisboa: Quimera Editores.
- SANTOS, Rogério (2005), As Vozes da Rádio 1924-1939, Lisboa: Caminho
- SANTOS, Paula B. (2005) Igreja Católica, Estado e Sociedade, 1968-1975: o Caso Rádio Renascença. Lisboa. Imprensa de Ciências Sociais.
- DUARTE, Feliciano Barreiras (2005) — Informação de Proximidade — Jornais e Rádios. Lisboa: Âncora Editora,
- CORREIA, Fernando (2004) A Rádio não acontece... faz-se. Lisboa: Sete Caminhos.
- SEQUEIRA, Hélder (2003) O Dever da Memória - Uma Rádio no Sanatório da Montanha. Câmara Municipal da Guarda.
- RIBEIRO, Nelson (2002) “A Rádio Renascença e o 25 de Abril”, Universidade Católica. Editora, Lisboa
- MENESES, João Paulo (2003), Tudo o Que se Passa na TSF, Porto: Jornal de Notícias.
- MELO, Rui (2001), A Rádio e a Sociedade de Informação, Porto: Fundação Fernando Pessoa.
- MAIA, Matos (1999) “Aqui Emissora da Liberdade”, Caminho, Lisboa
- CALDAS, A. Pereira (1999). Para a história da Rádio Renascença (1974-1975) — Um barómetro da revolução. Lisboa: Rádio renascença / Grifo - editores e livreiros, Ldª,
- GONÇALVES, Rui F. M. (1999), Jornalismo e Valores. O Projecto Informativo TSF-Rádio Jornal (1988-1993), Lisboa: Edinova.- MEDITSCH, Eduardo (1999), A Rádio na Era da Informação, Coimbra: Minerva.
- MIGUEL, Aura (1992), Rádio Renascença: os trabalhos e os dias (1933-1948), Lisboa: Imprensa Nacional.
- AA.VV. (1996), Colóquios sobre Rádio, Lisboa: Publicações Dom Quixote.
- MAIA, Matos (1995), Telefonia, Lisboa: Círculo dos Leitores.
- MARCOS, Luís Humberto (1989), Rádios Locais – A lei e a realidade, Porto: Centro de Formação de Jornalistas.
- AA.VV. (1986), 60 Anos de Rádio Em Portugal, Lisboa: Vega.
- NEVES, Moreira das (1980) Para a História da Rádio Renascença — Monsenhor Lopes da Cruz e a Emissora Católica Portuguesa — Subsídios e Comentários. Lisboa: Rádio Renascença.
- RIBEIRO, Fernando Curado (1964) Rádio: Produção, Realização, Estética. Lisboa: Arcádia.
A lista de Teses de doutoramento sobre a rádio portuguesa pode ser consultada aqui .
Prémio para a reportagem radiofónica
A reportagem radiofónica está uma vez mais de parabéns. Desta vez foi o trabalho de Jorge Correia, da Antena 1, a receber um prémio.
A reportagem chama-se "Anatomia do Erro" e pode ser escutada aqui
Jorge Correia tem feito um trabalho notável de cobertura de assuntos de saúde na rádio pública.
A reportagem chama-se "Anatomia do Erro" e pode ser escutada aqui
Jorge Correia tem feito um trabalho notável de cobertura de assuntos de saúde na rádio pública.
quinta-feira, dezembro 08, 2011
Tese de doutoramento sobre a rádio portuguesa
Isabel Reis defendeu na quarta-feira, dia 7 de Dezembro, a tese de doutoramento com o título “O Áudio no Jornalismo Radiofónico na Internet” na Universidade do Minho.
A autora parte de duas características centrais e definidoras da rádio – o carácter sonoro e temporal da mensagem – e analisa o modo como os sites da TSF, Renascença, RCp e RDP utilizam o áudio nas principais notícias disponibilizadas online.
O estudo representa um importante contributo para se perceber o estado da arte no que diz respeito ao modo como as rádios de informação estão a fazer a migração para as plataformas digitais.
Das conclusões do estudo sublinho as seguintes:
- Apesar do conjunto de elementos expressivos que o ambiente online oferece, os sites das rádios continuam a privilegiar o áudio, tal como sucede na versão hertziana;
- Os áudios colocados nos sites privilegiam a palavra e a declaração, consequência óbvia – acrescento eu – do facto de os sons colocados nos sites já terem sido emitidos na rádio. As rádios online seguem, assim, a discursividade informativa da rádio hertziana;
- Quanto à temporalidade, conclui Isabel Reis que “ a ciber-rádio herda, ainda, a imediatez e a instantaneidade da rádio tradicional (p. 305).
Os meus parabéns à nova doutora que contribui com mais uma investigação sobre a rádio portuguesa no âmbito de uma tese de doutoramento.
A autora parte de duas características centrais e definidoras da rádio – o carácter sonoro e temporal da mensagem – e analisa o modo como os sites da TSF, Renascença, RCp e RDP utilizam o áudio nas principais notícias disponibilizadas online.
O estudo representa um importante contributo para se perceber o estado da arte no que diz respeito ao modo como as rádios de informação estão a fazer a migração para as plataformas digitais.
Das conclusões do estudo sublinho as seguintes:
- Apesar do conjunto de elementos expressivos que o ambiente online oferece, os sites das rádios continuam a privilegiar o áudio, tal como sucede na versão hertziana;
- Os áudios colocados nos sites privilegiam a palavra e a declaração, consequência óbvia – acrescento eu – do facto de os sons colocados nos sites já terem sido emitidos na rádio. As rádios online seguem, assim, a discursividade informativa da rádio hertziana;
- Quanto à temporalidade, conclui Isabel Reis que “ a ciber-rádio herda, ainda, a imediatez e a instantaneidade da rádio tradicional (p. 305).
Os meus parabéns à nova doutora que contribui com mais uma investigação sobre a rádio portuguesa no âmbito de uma tese de doutoramento.
terça-feira, novembro 15, 2011
A rádio pública segundo o Grupo de Trabalho para a definição do conceito de serviço público de comunicação social
Há muito pouco sobre a rádio no Relatório do Grupo de Trabalho para a definição do conceito de serviço público de comunicação social coordenado pelo professor João Duque.
As referências que são feitas a este sector do audiovisual público, para além de escassas, são pouco concretas.
a) Sabemos que os relatores consideram "desproporcionada a existência de três canais de rádio nacionais do Estado, em pé de igualdade com o mesmo número de canais nacionais privados".
b) Mas que "o Estado deve ser especialmente cuidadoso em alterações no mercado das rádios, atendendo às condições difíceis do mesmo".
c)O relatório não é claro em relação ao futuro dos canais de rádio do serviço público português. Em relação à televisão não restam dúvidas sobre o que, segundo o GT, deveria ser feito, mas quanto à rádio, as referências são pouco claras.
É dito que um dos canais deve apostar na "divulgação da música e da língua portuguesas, promovendo um trabalho que leve às suas raízes" e que outro "deverá fazer ter como alvo principal a música e cultura eruditas, divulgando sistematicamente recitais e concertos de orquestras e músicos portugueses".
Falta um...
d) Deduz-se que a sugestão feita no sentido de reduzir o tempo dos noticiários também se aplique à rádio: "GT propõe que os conteúdos noticiosos do operador de serviço público de rádio e televisão sejam concentrados em noticiários curtos, sejam limitados ao essencial e recuperem o carácter verdadeiramente informativo, libertos da crescente dimensão subjectiva e opinativa no jornalismo (até para fazer diferença face aos operadores privados)."
Esta coisa de reduzir a dimensão subjectiva e opinativa do jornalismo é tarefa para um milhão de doláres! Não sei como se faz, nem sei se é possível fazer! Por outro lado, vejo esta recomendação como uma ingerência clara na liberdade editorial dos jornalistas. É a eles que deve cumprir a tarefa de fazer noticiários, escolher o que lá colocam e definir a sua duração (porquanto é um critério de noticiabilidade).
e) O relatório parece partir do princípio de que a rádio pública não cumpre as suas funções enquanto serviço público e que se limita a uma estratégia concorrencial. Parece-me injusto. Sem querer fazer a defesa incondicional do serviço público de rádio em Portugal, e em particular na informação, parece-me que há espaços e programas que representam uma alternativa e que apenas os podemos ouvir na rádio pública ("Portugal em Directo", é só um exemplo).
f) O relatório estabelece uma comparação entre o número de canais públicos e rádios nacionais privadas. É bom lembrar que no campo da informação, o universo não é assim tão alargado: Para além da rádio pública, existe a Renascença. A Antena 1 tem hoje um papel importantíssimo no domínio da informação. É bom lembrar, certamente que o GT teve isso em conta, que a TSF não é uma rádio nacional.
Finalmente, assusta-me que alguém ainda pense que a comunicação social possa ser um instrumento político:
"Um serviço internacional público de comunicação social deve ter como função despertar e consolidar o interesse por Portugal e pelo universo da língua portuguesa no mundo. Nesse sentido, consideramos que é um instrumento da política externa, devendo depender a definição do contrato-programa e seu financiamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros."
O relatório completo está aqui
As referências que são feitas a este sector do audiovisual público, para além de escassas, são pouco concretas.
a) Sabemos que os relatores consideram "desproporcionada a existência de três canais de rádio nacionais do Estado, em pé de igualdade com o mesmo número de canais nacionais privados".
b) Mas que "o Estado deve ser especialmente cuidadoso em alterações no mercado das rádios, atendendo às condições difíceis do mesmo".
c)O relatório não é claro em relação ao futuro dos canais de rádio do serviço público português. Em relação à televisão não restam dúvidas sobre o que, segundo o GT, deveria ser feito, mas quanto à rádio, as referências são pouco claras.
É dito que um dos canais deve apostar na "divulgação da música e da língua portuguesas, promovendo um trabalho que leve às suas raízes" e que outro "deverá fazer ter como alvo principal a música e cultura eruditas, divulgando sistematicamente recitais e concertos de orquestras e músicos portugueses".
Falta um...
d) Deduz-se que a sugestão feita no sentido de reduzir o tempo dos noticiários também se aplique à rádio: "GT propõe que os conteúdos noticiosos do operador de serviço público de rádio e televisão sejam concentrados em noticiários curtos, sejam limitados ao essencial e recuperem o carácter verdadeiramente informativo, libertos da crescente dimensão subjectiva e opinativa no jornalismo (até para fazer diferença face aos operadores privados)."
Esta coisa de reduzir a dimensão subjectiva e opinativa do jornalismo é tarefa para um milhão de doláres! Não sei como se faz, nem sei se é possível fazer! Por outro lado, vejo esta recomendação como uma ingerência clara na liberdade editorial dos jornalistas. É a eles que deve cumprir a tarefa de fazer noticiários, escolher o que lá colocam e definir a sua duração (porquanto é um critério de noticiabilidade).
e) O relatório parece partir do princípio de que a rádio pública não cumpre as suas funções enquanto serviço público e que se limita a uma estratégia concorrencial. Parece-me injusto. Sem querer fazer a defesa incondicional do serviço público de rádio em Portugal, e em particular na informação, parece-me que há espaços e programas que representam uma alternativa e que apenas os podemos ouvir na rádio pública ("Portugal em Directo", é só um exemplo).
f) O relatório estabelece uma comparação entre o número de canais públicos e rádios nacionais privadas. É bom lembrar que no campo da informação, o universo não é assim tão alargado: Para além da rádio pública, existe a Renascença. A Antena 1 tem hoje um papel importantíssimo no domínio da informação. É bom lembrar, certamente que o GT teve isso em conta, que a TSF não é uma rádio nacional.
Finalmente, assusta-me que alguém ainda pense que a comunicação social possa ser um instrumento político:
"Um serviço internacional público de comunicação social deve ter como função despertar e consolidar o interesse por Portugal e pelo universo da língua portuguesa no mundo. Nesse sentido, consideramos que é um instrumento da política externa, devendo depender a definição do contrato-programa e seu financiamento do Ministério dos Negócios Estrangeiros."
O relatório completo está aqui
segunda-feira, novembro 07, 2011
Vermelho da cor do céu
Ana Catarina Santos começa a distinguir-se no campo da reportagem radiofónica. Se não me falham as contas, recebe o terceiro prémio neste tipo de trabalhos.
"Vermelho da cor do céu" é uma excelente reportagem, comovente e que joga na perfeição com o que de melhor a rádio tem. Sobre este trabalho, escrevi depois de o ter escutado.
Quem não ouviu, tem mesmo que ouvir.
Os meus parabéns aos autores, Ana Catarina Santos e Luís Borges.
"Vermelho da cor do céu" é uma excelente reportagem, comovente e que joga na perfeição com o que de melhor a rádio tem. Sobre este trabalho, escrevi depois de o ter escutado.
Quem não ouviu, tem mesmo que ouvir.
Os meus parabéns aos autores, Ana Catarina Santos e Luís Borges.
segunda-feira, outubro 03, 2011
Jornalistas da rádio e redes sociais
A Cision e a Canterbury Christ Church University realizaram um inquérito aos jornalistas sobre o modo como percepcionam as redes sociais. Os resultados estão no relatório intitulado Social Journalism Study Perceptions and use of social media among journalists in the UK Report.
Algumas ideias sobre os jornalistas da rádio:
1 - Os jornalistas da rádio são, a par dos que trabalham nas redes sociais, os mais activos no que respeita ao uso do blogue.
2 - 55% dos jornalistas de rádio inquiridos concordam que as redes sociais permitem um maior envolvimento com a audiência;
3 - Entre os inquiridos, são os jornalistas da rádio que vêem como mais positivo o crowdsourcing;
4 - No que respeita à relação entre trabalho e redes sociais, só 20% dos jornalistas da rádio consideram que a produtividade melhorou.
Algumas ideias sobre os jornalistas da rádio:
1 - Os jornalistas da rádio são, a par dos que trabalham nas redes sociais, os mais activos no que respeita ao uso do blogue.
2 - 55% dos jornalistas de rádio inquiridos concordam que as redes sociais permitem um maior envolvimento com a audiência;
3 - Entre os inquiridos, são os jornalistas da rádio que vêem como mais positivo o crowdsourcing;
4 - No que respeita à relação entre trabalho e redes sociais, só 20% dos jornalistas da rádio consideram que a produtividade melhorou.
segunda-feira, setembro 26, 2011
RR V+
A Renascença renovou o site .
A principal diferença em relação à versão anterior prende-se com uma maior presença do vídeo. RR V+ é isso mesmo: uma aposta clara da rádio (?!) Católica portuguesa nos conteúdos em vídeo.
O som aparece claramente num segundo plano. A lista de noticiários já emitidos na rádio aparece agora a meio da página e, pelo menos hoje, as notícias são praticamente todas acompanhadas por vídeo ou fotografia. Muitas delas não têm sons.
A possibilidade de partilha de notícias nas redes sociais está também mais acessível para os utilizadores.
No novo site, há uma maior presença de notícias logo na home, ao contrário do que sucedia na versão anterior que privilegiava a programação.
Visualmente, o site é mais atractivo, mas a página é muito "comprida".
sexta-feira, setembro 16, 2011
Radio Evolution II
Armand Balsebre é uma das maiores referências para quem estuda a rádio. No Congresso Radio Evolution que decorreu em Braga de 14 a 16 de Setembro (organização: ECREA/Universidade do Minho) fez a defesa do meio radiofónico sublinhando a importância que o som ainda tem num mundo dominado pela imagem.
E foi muito interessante ouvir dizer que a Internet não é uma ameaça para a rádio, pode isso sim representar uma oportunidade para a qualidade e criatividade sonora. É, afinal isso que Sofia Saldanha, vencedora do prémio Best New Artist Award em 2010, faz. Junta sons, bons sons e com eles conta “estórias” muito boas “estórias”. “The Sleeping Fool” é só uma delas. E premiada ainda por cima.
O Congresso serviu também para perceber que aos investigadores da rádio por esta Europa, e alguns fora dela, interessa a mesma temática: como está a rádio a adaptar-se a um novo ambiente mediático dominado pelas plataformas digitais? Muito bem, disseram uns; muito mal consideraram outros; o possível, asseguraram muitos.
Mas o que se sublinha das muitas comunicações apresentadas é, em primeiro lugar isso mesmo: a quantidade. E muitas delas de autores portugueses. Umas que resultam de teses de mestrado, outras de doutoramento, outras ainda de projectos individuais. A rádio está, também do lado académico, bem viva.
Das rádios comunitárias, às universitárias, passando pelas locais, pelo discurso, pelas narrativas, pelas audiências, pela música (muita música!) e pela informação (pouca!) o congresso serviu também para mostrar como o universo radiofónico é vasto e interessante, quase sempre tendo como pano de fundo o digital e a Internet. E, claro, a ameaça ao meio radiofónico, sempre a ameaça…
Mais sobre o congresso aqui:
O futuro da rádio é digital? Sim, mas não só
Radio Evolution
E foi muito interessante ouvir dizer que a Internet não é uma ameaça para a rádio, pode isso sim representar uma oportunidade para a qualidade e criatividade sonora. É, afinal isso que Sofia Saldanha, vencedora do prémio Best New Artist Award em 2010, faz. Junta sons, bons sons e com eles conta “estórias” muito boas “estórias”. “The Sleeping Fool” é só uma delas. E premiada ainda por cima.
O Congresso serviu também para perceber que aos investigadores da rádio por esta Europa, e alguns fora dela, interessa a mesma temática: como está a rádio a adaptar-se a um novo ambiente mediático dominado pelas plataformas digitais? Muito bem, disseram uns; muito mal consideraram outros; o possível, asseguraram muitos.
Mas o que se sublinha das muitas comunicações apresentadas é, em primeiro lugar isso mesmo: a quantidade. E muitas delas de autores portugueses. Umas que resultam de teses de mestrado, outras de doutoramento, outras ainda de projectos individuais. A rádio está, também do lado académico, bem viva.
Das rádios comunitárias, às universitárias, passando pelas locais, pelo discurso, pelas narrativas, pelas audiências, pela música (muita música!) e pela informação (pouca!) o congresso serviu também para mostrar como o universo radiofónico é vasto e interessante, quase sempre tendo como pano de fundo o digital e a Internet. E, claro, a ameaça ao meio radiofónico, sempre a ameaça…
Mais sobre o congresso aqui:
O futuro da rádio é digital? Sim, mas não só
Radio Evolution
quarta-feira, setembro 07, 2011
Radio evolution
Decorre na próxima semana, entre 14 e 16 de Setembro, na Universidade do Minho o Congresso Radio Evolution, organizado pelo ECREA.
O programa definitivo já está disponível aqui e dele faz parte um conjunto de sessões com investigadores, professores, profissionais nacionais e estrangeiros que vão abordar diversos assuntos relacionados com a rádio, desde as narrativas e redes sociais, passando pelo jornalismo e pelas audiências.
O programa de comunicações é igualmente interessante e extenso.
Contribuirei com a comunicação: Sharing and retweeting sounds: the relationship between radio journalism and social networks.
O programa definitivo já está disponível aqui e dele faz parte um conjunto de sessões com investigadores, professores, profissionais nacionais e estrangeiros que vão abordar diversos assuntos relacionados com a rádio, desde as narrativas e redes sociais, passando pelo jornalismo e pelas audiências.
O programa de comunicações é igualmente interessante e extenso.
Contribuirei com a comunicação: Sharing and retweeting sounds: the relationship between radio journalism and social networks.
terça-feira, agosto 30, 2011
Mário Figueiredo ameaça demitir-se
Para o Provedor do Ouvinte da RDP a suspensão das emissões da RDP Internacional em onda curta coloca em causa o conceito de serviço público. As declarações estão aqui:
Ser jornalista (da rádio) em Portugal
O livro “Ser Jornalista em Portugal – perfis sociológicos” fornece dados muito interessantes sobre a profissão. A obra, coordenada pelo professor José Rebelo, está dividida em duas grandes partes. A primeira na qual são apresentados dados relativos à profissão e a segunda, mais extensa, onde se expõem várias histórias de vida de jornalistas portugueses.
Relativamente aos dados apresentados e em concreto sobre a rádio, sublinho o seguinte:
A importância das rádios locais no que diz respeito ao acesso à profissão. O período em que a rádio recebeu mais profissionais ocorreu entre 1990 e 1997 quando o número de jornalistas mais que duplicou.
Entre 1997 e 2006 a subida é ligeira para decair ligeiramente nos três anos seguintes. Aliás, a rádio que sempre ocupou o segundo lugar em número de jornalistas, perdeu esse posto para a televisão em 2006 muito à custa, sustenta o estudo, do aparecimento de canais temáticos por cabo (p.51). “O número de profissionais de rádio duplicou, de 1988 a 1994; estabilizou, de 1990 a 1996; entrou em queda, em 2002.” (p.70-71)
É também na rádio que existe o menor número de licenciados e bacharéis, predominando os jornalistas com formação apenas ao nível do secundário. Mas a rádio tem também uma baixa percentagem de desempregados e de profissionais em regime livre.
Leitura: Rebelo, José (coord.) (2011). “Ser Jornalista em Portugal – perfis sociológicos”. Gradiva.
Relativamente aos dados apresentados e em concreto sobre a rádio, sublinho o seguinte:
A importância das rádios locais no que diz respeito ao acesso à profissão. O período em que a rádio recebeu mais profissionais ocorreu entre 1990 e 1997 quando o número de jornalistas mais que duplicou.
Entre 1997 e 2006 a subida é ligeira para decair ligeiramente nos três anos seguintes. Aliás, a rádio que sempre ocupou o segundo lugar em número de jornalistas, perdeu esse posto para a televisão em 2006 muito à custa, sustenta o estudo, do aparecimento de canais temáticos por cabo (p.51). “O número de profissionais de rádio duplicou, de 1988 a 1994; estabilizou, de 1990 a 1996; entrou em queda, em 2002.” (p.70-71)
É também na rádio que existe o menor número de licenciados e bacharéis, predominando os jornalistas com formação apenas ao nível do secundário. Mas a rádio tem também uma baixa percentagem de desempregados e de profissionais em regime livre.
Leitura: Rebelo, José (coord.) (2011). “Ser Jornalista em Portugal – perfis sociológicos”. Gradiva.
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