segunda-feira, março 13, 2017
quarta-feira, fevereiro 17, 2016
Rádio Terranova
É muito interessante o movimento que se está a criar em torno da Rádio TerraNova, na Gafanha da Nazaré. A antena de emissão foi destruída pelo temporal dos últimos dias e os ouvintes e simpatizantes da rádio estão a mobilizar-se para juntar a verba necessária para um novo equipamento. Faz lembrar os primeiros tempos das rádios locais em Portugal, quando as comunidades se envolviam desta e de outras formas para manterem a sua rádio, conscientes de que outra não faria o mesmo trabalho.
Dia da Rádio
A Rádio (no dia que hoje passa)
Celebrar a rádio é também mostrá-la às novas gerações. Nos tempos que correm, a rádio está longe, muito longe, dos mais novos. Não tem programas infantis ou educativos para uma faixa etária abaixo dos 15/16 anos. É pena, porque no passado foram espaços concorridos. Mas, o contexto mediático obriga a programações mais padronizadas e viradas para uma lógica correspondente às audiências.
E, no entanto, os mais pequenos ouvem rádio. A que têm, claro. No carro, quando vão para a escola, por exemplo. O som não deve ser ignorado como uma parte importante do desenvolvimento das crianças e a expressão através dele não pode ser esquecida como uma das melhores formas para as crianças contarem e recontarem o seu mundo. A rádio confere às crianças, em particular as de idade pré-escolar por ainda não terem adquirido a escrita e a leitura convencionais, um grau de autonomia assinalável quando se trata de terem contacto com os media. Através da oralidade, as crianças podem diretamente contar uma história, um acontecimento.
A rádio é, por isso, um excelente meio para promover a educação para os média em crianças de idade pré-escolar. Ouvindo-a e fazendo-a. A rádio tem histórias, música e voz. Ingredientes que podem facilmente ser utilizados por crianças para se expressarem, criarem e conhecerem o mundo que as rodeia.
E, no entanto, os mais pequenos ouvem rádio. A que têm, claro. No carro, quando vão para a escola, por exemplo. O som não deve ser ignorado como uma parte importante do desenvolvimento das crianças e a expressão através dele não pode ser esquecida como uma das melhores formas para as crianças contarem e recontarem o seu mundo. A rádio confere às crianças, em particular as de idade pré-escolar por ainda não terem adquirido a escrita e a leitura convencionais, um grau de autonomia assinalável quando se trata de terem contacto com os media. Através da oralidade, as crianças podem diretamente contar uma história, um acontecimento.
A rádio é, por isso, um excelente meio para promover a educação para os média em crianças de idade pré-escolar. Ouvindo-a e fazendo-a. A rádio tem histórias, música e voz. Ingredientes que podem facilmente ser utilizados por crianças para se expressarem, criarem e conhecerem o mundo que as rodeia.
Por isso, com a rádio é tão fácil criar momentos de aprendizagem com crianças pequenas. O Carnaval pode ser um excelente motivo para um programa de rádio, como fez a Ana Sofia Bastos com as crianças do Centro Social Diocesano de Santo António, em Portalegre.
(https://soundcloud.com/luis-bonixe/programa-de-radio-sala-7)
(https://soundcloud.com/luis-bonixe/programa-de-radio-sala-7)
A rádio pode também ser um espaço de autocrítica das próprias crianças na promoção da cidadania e do respeito pelo outro, como fez a Inês Pinto que transformou as regras da sala do Centro Social e Jardim Infantil São Cristóvão num espaço sonoro. As regras que eles sabiam que não cumpriam! (https://soundcloud.com/luis-bonixe/programa-de-radio-final )
segunda-feira, janeiro 04, 2016
Rádio Miúdos
É a primeira rádio portuguesa dedicada às crianças e começou a emitir no dia 23 de novembro de 2015. Para escutar aqui: http://www.radiomiudos.pt/
Escuta de rádio online em 2015
Um em cada seis portugueses ouve rádio online
| "O estudo Bareme Internet 2015 da Marktest quantifica em 1 551 mil o número de residentes no Continente com 15 e mais anos que afirmaram ouvir rádio online, um número que representa 18.1% do universo em análise". |
segunda-feira, outubro 05, 2015
Eleições ou futebol ? Os dois
Em dia de eleições e de futebol, a rádio aproveitou para potenciar a sua presença na Internet e duplicar a emissão. À mesma hora, a Antena 1 e a TSF asseguraram no canal hertziano a cobertura da noite eleitoral e no site os relatos dos jogos de futebol.
Não é a primeira vez que a rádio potencia esta possibilidade. Em 2007, a Antena 1 terá sido a primeira emissora a fazê-lo ao emitir em exclusivo os relatos de futebol da Taça da Liga, enquanto que a emissão seguia normalmente na rádio tradicional. Em 2012, também a TSF duplicou a emissão ao acompanhar no site e na rádio a abertura de Guimarães Capital Europeia da Cultura e o debate quinzenal a partir da Assembleia da República.
Não é a primeira vez que a rádio potencia esta possibilidade. Em 2007, a Antena 1 terá sido a primeira emissora a fazê-lo ao emitir em exclusivo os relatos de futebol da Taça da Liga, enquanto que a emissão seguia normalmente na rádio tradicional. Em 2012, também a TSF duplicou a emissão ao acompanhar no site e na rádio a abertura de Guimarães Capital Europeia da Cultura e o debate quinzenal a partir da Assembleia da República.
domingo, setembro 20, 2015
Passos-Costa na rádio
O que se escreveu sobre o debate entre Passos e Costa para as legislativas de 2015:
Passos e Costa na rádio: cinco razões para um debate arriscado
O debate ouvido no rádio a pilhas do pastor Celestino
Eles mudaram ou nem por isso por estarem a debater na rádio e não na TV?
O mesmo debate, na rádio e na TV. Com dois vencedores
Antena 1 liderou durante o debate entre Costa e Passos
terça-feira, setembro 01, 2015
A rádio portuguesa segundo o GateScope
O relatório GateScope 2015 referente à rádio revela alguns dados muito interessantes sobre o setor em Portugal. Desde logo, vem confirmar (e desmentir os mais cépticos) que a rádio está a perder ouvintes. Pelo contrário, como se observa no gráfico:
Mas se este dado resulta como uma confirmação de outros relatórios que têm mostrado que as audiências de rádio se mantém estáveis, já os dados relativos ao investimento surpreendem pela positiva.
De acordo com o estudo GateScope 2015, o investimento global na rádio em Portugal atingiu no último ano o valor mais alto dos últimos dez anos.
O relatório pode ser consultado neste link.
Mas se este dado resulta como uma confirmação de outros relatórios que têm mostrado que as audiências de rádio se mantém estáveis, já os dados relativos ao investimento surpreendem pela positiva.
De acordo com o estudo GateScope 2015, o investimento global na rádio em Portugal atingiu no último ano o valor mais alto dos últimos dez anos.
O relatório pode ser consultado neste link.
O podcasting em Portugal, no P3
Um trabalho de Ana Maria Henriques para ler aqui: Podcasts: quem diria que um dia seriam um sucesso em Portugal?
quinta-feira, julho 30, 2015
Rádio em Portugal e no Brasil: trajetória e cenários
"Apesar dos discursos que hoje defendem a caducidade da rádio enquanto meio de comunicação, pretensamente suplantado por outros veículos mais sofisticados, em todos os capítulos se parte do princípio de que a rádio é ainda um meio vivo, pertinente e necessário. Mesmo que outros meios possam até revelar-se mais eficazes a difundir e fazer circular informação, nenhum outro como a rádio nos proporciona a experiência de ouvir. "
Leitura:
Oliveira, M & Prata N. (2015) Rádio em Portugal e no Brasil: trajetória e cenários. Ebook. Disponível aqui:
http://www.lasics.uminho.pt/ojs/index.php/cecs_ebooks/issue/view/179/showToc
segunda-feira, junho 29, 2015
Leituras
Está disponível o livro Metodologias Participativas. Os media e a educação, organizado por Maria José Brites, Ana Jorge e Sílvio Correia Santos e que vem na sequência do Projeto RadioActive.
O livro contém vários artigos sobre a rádio, educação e cidadania da autoria dos próprios coordenadores do livro, de Paula Cordeiro, Luís António Santos, Fábio Ribeiro, entre outros.
Contribuo com o artigo "A rádio, o som e a infância – o relato de experiências de programas de rádio elaborados por crianças do pré-escolar" que contou com a participação de crianças do jardim de infância do Atalaião, Portalegre e de alunos do curso de Jornalismo e Comunicação da ESE de Portalegre..
Leitura: Brites, M.J et. al. (org.) (2015) Metodologias Participativas. Os media e a educação. Livros Labcom.
O download gratuito pode ser feito aqui: http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20150629-2015_10_metodologias_participativas.pdf
O livro contém vários artigos sobre a rádio, educação e cidadania da autoria dos próprios coordenadores do livro, de Paula Cordeiro, Luís António Santos, Fábio Ribeiro, entre outros.
Contribuo com o artigo "A rádio, o som e a infância – o relato de experiências de programas de rádio elaborados por crianças do pré-escolar" que contou com a participação de crianças do jardim de infância do Atalaião, Portalegre e de alunos do curso de Jornalismo e Comunicação da ESE de Portalegre..
Leitura: Brites, M.J et. al. (org.) (2015) Metodologias Participativas. Os media e a educação. Livros Labcom.
O download gratuito pode ser feito aqui: http://www.livroslabcom.ubi.pt/pdfs/20150629-2015_10_metodologias_participativas.pdf
quinta-feira, maio 28, 2015
Jornalismo e jornalistas das rádios locais portuguesas
Com base num inquérito aplicado a 50 jornalistas de 35 rádios locais portuguesas de 14 distritos de Portugal Continental no final de 2012 e de 2013 verificamos que se trata de um profissional licenciado em ciências da comunicação, aufere o ordenado mínimo, tem estabilidade laboral (72% com contrato por tempo indeterminado) e vê a sua atividade como uma "realização pessoal" e o "emprego desejado". No entanto, 20% admitiu que trabalhar numa rádio local é um passo para outra rádio de maiores dimensões.
Trata-se de um profissional jovem, pois 62% tem menos de 40 anos de idade. Em função disso, a maior parte dos jornalistas das rádios locais portuguesas respondentes tem experiência profissional inferior a 10 anos.
Relativamente à política editorial, os inquiridos referiram que deve haver mais reportagem nas rádios locais, bem como debates e noticiários. De acordo com os dados, aparentemente os problemas relacionados com a falta de recursos materiais e tecnológicos estão ultrapassados, pois referiram que o seu trabalho não é afectado negativamente por estas questões. Já quanto à falta de recursos humanos, o cenário é diferente, pois 42% reconhece que essa situação tem efeitos negativos no seu trabalho e 18% referiu que afeta muito o seu trabalho enquanto jornalista. De acordo com a amostra estudada, a média de jornalistas por redação é de 1,57 profissionais. A maior redação encontrada tem 4 jornalistas.
Para além da aplicação dos inquéritos, foram realizadas entrevistas a jornalistas com o objetivo de conhecer o seu posicionamento em relação à radiodifusão local e à Internet.
O cruzamento dos dados entre as respostas ao inquérito e às entrevistas permite-nos identificar o seguinte:
- A presença das rádios locais na Internet é fundamental.
- Apesar de o número reduzido de jornalistas nas redações, os profissionais revelaram que para além da rádio, têm também de atualizar o site ou as redes sociais.
- O jornalistas inquiridos consideram que a sua rádio tem uma presença "Muito Boa" na Internet embora reconheçam que melhorariam as questões relacionadas com a participação dos ouvintes e a interatividade.
- Para os jornalistas entrevistados, a Internet para as rádios locais é sobretudo uma forma de "estender o local" a outros públicos, nomeadamente aos emigrantes que assim têm uma forma de contacto com a sua comunidade de origem. "(...) o site continua a ser muito utilizado
pelos ouvintes, para aceder à emissão online. Muitos emigrantes ouvem-nos
noutros países e claro querem saber mais da região onde vivem" (Entrevistado D).
- A Internet entrou nas rotinas dos jornalistas das rádios locais "Assim que entro, consulto as
várias contas de e-mail (pessoal e da redacção) ajudo a actualizar a página do Facebook da rádio e, de vez em quando,
escrevo os textos para o online. (…) A internet é a redacção fora das instalações da rádio" (Entrevistado A), embora reconheçam a existência de constrangimentos que colocam a rede global numa segunda prioridade: Pois, sou eu
e, admito, quando me sobra tempo. Os programas e os noticiários apanham-me
praticamente todo o tempo. Admito que
apenas coloco as informações em ambas as plataformas quando me sobra tempo.
quarta-feira, maio 20, 2015
O consumo de rádio em Portugal, segundo a ERC
De acordo com o estudo "Públicos e Consumos de Média" realizado pela ERC, a rádio é para pouco mais de um quarto dos inquiridos a principal fonte de notícias (28%). A preferência dos inquiridos vai para a televisão, seguida pelas redes sociais.
O estudo revela ainda que a rádio é para apenas 1% dos inquiridos a primeira fonte de notícias e para 2% dos respondentes a segunda fonte.
Um dado que deverá ser objeto de reflexão por parte dos responsáveis pelas estações de rádio é que, apesar do meio apenas ser referido por um quarto dos inquiridos para o consumo de notícias, o estudo revela que o principal momento em que os inquiridos consomem notícias é justamente "Logo pela manhã", ou seja o período do dia em que tradicionalmente a rádio era a mais escutada e aquele em que as rádios mais apostam.Outro dado para reflexão é a circunstância de a rádio representar para apenas 8% dos inquiridos uma fonte para a atualização de notícias, quando essa é também ,tradicionalmente, uma das principais vantagens face aos outros meios de comunicação.
70% dos inquiridos confessou que não dedica tempo para a escuta de notícias na rádio. 9% dedica menos de 10 minutos a ouvir notícias na rádio e apenas 4% o faz mais de uma hora por dia.
Onde a rádio é imbatível, por razões óbvias, é na escuta em transporte pessoal. 94% ouve rádio nesta circunstância.
Curioso é o facto de os inquiridos referirem que as rádios mais procuradas para consumo de notícias são a RFM e a Comercial, duas emissoras que não apostam neste formato. A Renascença aparece em terceiro, a Cidade FM (outra que não aposta em informação) em quarto e só depois aparecem as duas rádios de cariz informativo: a TSF e depois a Antena 1. Esta ordenação é seguida também no caso da consulta para consumo de notícias online. Aqui é ainda mais estranho, pois se é verdade que a RFM e a Comercial possuem noticiários na rádio, no online não há qualquer aposta no campo da informação.
sexta-feira, maio 08, 2015
A contribuição da rádio para a cidadania, segundo Valquíria Guimarães
O conceito de cidadania é o foco da tese de doutoramento de Valquíria
Guimarães. A autora suporta-se de vários autores para seguir o caminho teórico que considera a cidadania como “a dimensão ou capacitação humana que permite
intervenção na realidade”. Aliada a esta concepção de cidadania, estão outros
conceitos como igualdade e o reconhecimento no outro a existência de “elementos
identitários comuns construídos ao longo de muitas gerações”.
A autora
prossegue afirmando que “o exercício da cidadania é a formulação de opiniões sobre
assuntos relevantes para a vida dos indíviduos”. E, neste particular, torna-se
fundamental perceber qual o papel que os média desempenham nesta equação,
enquanto espaços para o confronto de argumentos.
O desafio a que se propõe Valquíria Guimarães é o de
perceber qual o papel que a rádio tem neste domínio. Ou seja, em que medida a
rádio, ainda hoje, é capaz de representar esse espaço para a discussão da coisa
pública.
A autora analisa cinco rádio portuguesas (Renascença, TSF,
Antena 1, Cidade e RDP-África) e cinco brasileiras (Rádio Clube FM, Jovem Pan
FM, CBN FM, Cultura FM e Canção Nova). Através de grupos de foco, procurou saber
se a rádio ainda se apresenta para os seus ouvintes como um espaço para o
exercício dessa cidadania. Em simultâneo, analisou a programação das rádios
estudadas e entrevistou os diretores de programas das emissoras.
Cruzando os dados obtidos, Valquíria Guimarães chegou à
conclusão que a rádio não representa esse espaço para o exercício da cidadania
por vários motivos:
1 – Os ouvintes expressaram nos grupos de foco a sua
insatisfação perante o facto de a rádio não lhes proporcionar com frequência
espaços para participação;
2 – os ouvintes referiram ainda que possuem outras formas de
contacto com o mundo, nomeadamente a Internet e que a rádio está a deixar de
representar esse papel;
3 – os ouvintes referiram ainda que a rádio se afastou das
pessoas, na medida em que não aborda temáticas de interesse para os cidadãos;
4 – em relação a este aspeto, a análise aos conteúdos jornalísticos
feita pela autora, revela que temas como a educação, saúde ou meio ambiente são
dos menos tratados pelas rádios e que, no entender de Valquíria Guimarães, são
proporcionadores de maior proximidade com os ouvintes;
Conclui a autora: a rádio distanciou-se dos seus ouvintes e
não representa um espaço de livre expressão dos sujeitos. Não encontrou na
programação momentos que pudessem estimular a reflexão dos ouvintes, como
debates, reportagens, análises , informações contextualizadas e aprofundadas (p.206).
Leitura: A Contribuição da Rádio para o desenvolvimento da Cidadania: um estudo comparado da atuação de rádios do Brasil e de Portugal (2011-2012), Valquíria Guimarães. UNL.
Timor distingue TSF
Mais um prémio para a TSF: http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Portugal/Interior.aspx?content_id=4550114&page=-1
Perestrelo
Para recordar:
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4551612#st_refDomain=www.facebook.com&st_refQuery=/
http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Vida/Interior.aspx?content_id=4551612#st_refDomain=www.facebook.com&st_refQuery=/
State of news media 2015 - A rádio
Conclusão: A rádio é cada vez mais multiplataforma. Não há um processo de substituição (a internet não substituiu a rádio) há um processo de multiplicação. Com a Internet, há mais rádio nos nossos dias.
Do relatório State of news media - 2015:
More than half of Americans ages 12 and older have listened to online radio in the past month, according to 2015 survey data from Edison Research – a clear indication that online listening continues to move rapidly into the consumer mainstream. And more of that listening is now being done through mobile devices than through desktops. Traditional AM/FM radio, meanwhile, continues to reach the overwhelming majority of the American public – 91% of Americans ages 12 and older had listened in the week before they were surveyed in 2014, according to a Pew Research Center analysis of Nielsen Media Research data, essentially unchanged from 2013. And Sirius XM – the only satellite radio platform in the U.S. – reported a boost in subscriber numbers of almost 7% from 2013.
More than half of Americans ages 12 and older have listened to online radio in the past month, according to 2015 survey data from Edison Research – a clear indication that online listening continues to move rapidly into the consumer mainstream. And more of that listening is now being done through mobile devices than through desktops. Traditional AM/FM radio, meanwhile, continues to reach the overwhelming majority of the American public – 91% of Americans ages 12 and older had listened in the week before they were surveyed in 2014, according to a Pew Research Center analysis of Nielsen Media Research data, essentially unchanged from 2013. And Sirius XM – the only satellite radio platform in the U.S. – reported a boost in subscriber numbers of almost 7% from 2013.
Sobre o capítulo dedicado ao áudio:http://www.journalism.org/2015/04/29/audio-fact-sheet/
BabyRadio
A Internet é uma oportunidade para a rádio. Também, porque lhe permite chegar a outros públicos, incluindo aqueles que foi deixando para trás. A BabyRadio é uma rádio infantil, a primeira de Espanha. Tive conhecimento dela através de Luis Miguel Pedrero Esteban que a apresentou no âmbito do projeto NetStation..
Para seguir aqui: http://babyradio.es/
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