Utilização de redes sociais em Espanha
Um estudo sobre a utilização de redes sociais na internet em Espanha.
O estudo tem dados muito interessantes e refere-se também à rádio.
Eis alguns dados:
A rádio não é muito procurada pelos utilizadores de redes sociais espanhóis e curiosamente não é vista como um meio actual. É, no entanto, considerado o segundo meio de comunicação mais credível pelos utilizadores de redes sociais, logo a seguir aos jornais digitais.
Via
Pediodistas 21Etiquetas: Redes sociais
Nova temporada da Reportagem TSF
O programa "Reportagem TSF" regressou hoje com um excelente trabalho sobre os novos pobres da autoria de Guilhermina Sousa e Luís Borges "À Mesa com a Crise".
Estranho não ter visto qualquer referência (antes ou depois da sua emissão)no arquivo ou na grelha de programação do site da estação .
Etiquetas: TSF
ABC e as redes sociais
A ABC criou
regras para o uso das redes sociais por parte dos seus jornalistas. (Via
PontoMedia ).
Também a NPR criou recentemente um
guia para o mesmo efeito.
Etiquetas: Redes sociais
A rádio que poucos reconhecem
A rádio, há que admiti-lo, sofre de um enorme problema. Ela está tão presente nas nossas vidas que na maior parte dos casos nem damos por ela.
Estará aqui um boa parte da justificação para análises precipitadas acerca, não só do futuro da rádio, como também do seu presente. Aliás, é curioso olhar para a história do meio e perceber que já na década de 50 Lazarsfeld numa intervenção na Sorbonne se referia ao facto de nos Estados Unidos se achar que a rádio tinha acabado.
E tem sido sempre assim: primeiro sofrendo a resistência da imprensa e das agências noticiosas que reivindicavam a exclusividade da informação, depois com a televisão que seduzia com a imagem que a rádio não tem e agora com a Internet.
São redutores os argumentos que dizem que a rádio não tem futuro.
No entanto, a rádio tem, afinal, demonstrado que assim não é. Não são apenas aqueles que de forma mais ou menos apaixonada a defendem, mas os próprios estudos que o revelam e contrariam análises precipitadas, como por exemplo dizer-se sistematicamente que a rádio está a perder ouvintes, pois não será tanto assim como revelam
este e
mais este artigo . Ou, no quadro da moda mais recente, afirmar-se que a Internet está a matar a rádio.
As transformações sociais, culturais, políticas, tecnológicas têm colocado desafios à rádio, mas o próprio meio tem-se encarregado de mostrar a sua vitalidade, adaptando-se às novas realidades.
Uma vez mais isso sucedeu com a televisão e sucede agora com a Internet. Aliás, é curioso este
artigo, que mostra como Internet e rádio andam, afinal, de braços dados.
Tudo isto vem a propósito do artigo de Eduardo Cintra Torres no Público e sobre o qual
Rogério Santos e
Paula Cordeiro já se pronunciaram. Opiniões que subscrevo.
Etiquetas: Morte da rádio
O Muro de Berlim na RR
Que o futuro da rádio está na Internet parece já uma frase redutora de tão dita que tem sido. Mas a realidade portuguesa mostra-nos que, pelo menos no campo da informação, nem sempre esse discurso é acompanhado pelo investimento em recursos humanos, utilização de ferramentas ou até criatividade...
Não me parece ser o caso da Renascença que tem feito uma aposta muito séria na sua presença online.
A reportagem multimédia que assinala os 20 anos da queda do Muro de Berlim é disso um excelente exemplo.
Para ver
Muro de Berlim 20 Anos Etiquetas: Renascença, Reportagem, Rádio e Internet
Congresso online
Decorre entre os dias 12 e 19 de Novembro o IV Congreso de la Cibersociedad - Crisis Analógica, futuro digital, organizado pelo Observatorio para la Cibersociedad. O Congresso tema a particularidade de decorrer exclusivamente online.
Foram apresentadas 400 comunicações que já estão
disponíveis.
Há algumas sobre rádio.
Etiquetas: Eventos
Práticas de gestão da rádio
Três autores da universidade de Sunderland escreveram um E-book sobre Práticas de Gestão da Rádio. O resultado é um extenso documento que vale a pena ler.
Numa primeira leitura retiro esta ideia interessante sobre a possibilidade das rádios passarem a emitir informação especializada e de acordo com a linha da emissora, em vez de insistirem em boletins de actualidade à hora certa. É uma ideia que fará sentido num contexto de fragmentação das audiências.
While a new service might not feel the urge to provide THE news each hour, listeners expect the radio station to be expert on its own particular field. Listeners to a jazz station could reasonably expect to be kept up-to-date with relevant gigs, new recordings, etc., while any community, local or regional service should strive to become essential listening for anyone wanting to know what is going on in their patch.Etiquetas: Jornalismo radiofónico, Leituras, Rádio inglesa