Há no III Congresso Internacional de Ciberjornalismo, universidade do Porto 6 e 7 de dezembro, um painel preenchido com comunicações dedicadas à rádio.
DIA 7
Convergência e conteúdos I (07/Dez, 10h, Anf. Nobre)
· “As notícias nos sites de rádio: contributos para a identidade da notícia ciber-radiofónica”, Isabel Reis
· “O que está na rádio que não é rádio – um estudo sobre os
formatos não sonoros nos sites de emissoras de informação portuguesas”,
Luís Bonixe
· “O rádio nos novos meios de comunicação: uma nova forma de ouvir”, Diego Weigelt e Brenda Parmeggiani.
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quarta-feira, outubro 17, 2012
terça-feira, outubro 16, 2012
Rádio e convergência no Brasil
O Grupo de Pesquisa Rádio e Mídia Sonora da Intercom disponibiliza o e-book O Rádio Brasileiro na Era da Convergência no qual reúne textos de vários autores brasileiros sobre o futuro da rádio naquele país.
quinta-feira, março 01, 2012
sexta-feira, janeiro 20, 2012
Em dois lugares ao mesmo tempo
Os novos caminhos da rádio também passam por isto. Hoje a TSF fez dois directos em simultâneo. Depois das 10 da manhã, nas ondas da rádio escutou-se o Fórum dedicado a Guimarães Capital Europeia da Cultura, enquanto que na Internet era transmitido o debate quinzenal na Assembleia da República.
quinta-feira, dezembro 08, 2011
Tese de doutoramento sobre a rádio portuguesa
Isabel Reis defendeu na quarta-feira, dia 7 de Dezembro, a tese de doutoramento com o título “O Áudio no Jornalismo Radiofónico na Internet” na Universidade do Minho.
A autora parte de duas características centrais e definidoras da rádio – o carácter sonoro e temporal da mensagem – e analisa o modo como os sites da TSF, Renascença, RCp e RDP utilizam o áudio nas principais notícias disponibilizadas online.
O estudo representa um importante contributo para se perceber o estado da arte no que diz respeito ao modo como as rádios de informação estão a fazer a migração para as plataformas digitais.
Das conclusões do estudo sublinho as seguintes:
- Apesar do conjunto de elementos expressivos que o ambiente online oferece, os sites das rádios continuam a privilegiar o áudio, tal como sucede na versão hertziana;
- Os áudios colocados nos sites privilegiam a palavra e a declaração, consequência óbvia – acrescento eu – do facto de os sons colocados nos sites já terem sido emitidos na rádio. As rádios online seguem, assim, a discursividade informativa da rádio hertziana;
- Quanto à temporalidade, conclui Isabel Reis que “ a ciber-rádio herda, ainda, a imediatez e a instantaneidade da rádio tradicional (p. 305).
Os meus parabéns à nova doutora que contribui com mais uma investigação sobre a rádio portuguesa no âmbito de uma tese de doutoramento.
A autora parte de duas características centrais e definidoras da rádio – o carácter sonoro e temporal da mensagem – e analisa o modo como os sites da TSF, Renascença, RCp e RDP utilizam o áudio nas principais notícias disponibilizadas online.
O estudo representa um importante contributo para se perceber o estado da arte no que diz respeito ao modo como as rádios de informação estão a fazer a migração para as plataformas digitais.
Das conclusões do estudo sublinho as seguintes:
- Apesar do conjunto de elementos expressivos que o ambiente online oferece, os sites das rádios continuam a privilegiar o áudio, tal como sucede na versão hertziana;
- Os áudios colocados nos sites privilegiam a palavra e a declaração, consequência óbvia – acrescento eu – do facto de os sons colocados nos sites já terem sido emitidos na rádio. As rádios online seguem, assim, a discursividade informativa da rádio hertziana;
- Quanto à temporalidade, conclui Isabel Reis que “ a ciber-rádio herda, ainda, a imediatez e a instantaneidade da rádio tradicional (p. 305).
Os meus parabéns à nova doutora que contribui com mais uma investigação sobre a rádio portuguesa no âmbito de uma tese de doutoramento.
segunda-feira, setembro 26, 2011
RR V+
A Renascença renovou o site .
A principal diferença em relação à versão anterior prende-se com uma maior presença do vídeo. RR V+ é isso mesmo: uma aposta clara da rádio (?!) Católica portuguesa nos conteúdos em vídeo.
O som aparece claramente num segundo plano. A lista de noticiários já emitidos na rádio aparece agora a meio da página e, pelo menos hoje, as notícias são praticamente todas acompanhadas por vídeo ou fotografia. Muitas delas não têm sons.
A possibilidade de partilha de notícias nas redes sociais está também mais acessível para os utilizadores.
No novo site, há uma maior presença de notícias logo na home, ao contrário do que sucedia na versão anterior que privilegiava a programação.
Visualmente, o site é mais atractivo, mas a página é muito "comprida".
quinta-feira, março 17, 2011
A rádio portuguesa na net
Um novo livro sobre a rádio portuguesa: "Rádio na Internet em Portugal - A abertura à participação num meio de mudança", de Pedro Portela. Editora Húmus.
Da sinopse retiro o seguinte:
Ao longo deste estudo, procurámos perceber de que modo as rádios em Portugal se estão a integrar na internet. Quisemos ainda olhar o seu nível de entendimento e a implementação das configurações abertas por tecnologias que possibilitam novas abordagens, não só em termos de conteúdos como também, fundamentalmente, de interacção com os ouvintes.
Da sinopse retiro o seguinte:
Ao longo deste estudo, procurámos perceber de que modo as rádios em Portugal se estão a integrar na internet. Quisemos ainda olhar o seu nível de entendimento e a implementação das configurações abertas por tecnologias que possibilitam novas abordagens, não só em termos de conteúdos como também, fundamentalmente, de interacção com os ouvintes.
TSF e a Internet
Os alunos do curso de Jornalismo e Comunicação da Escola Superior de Educação de Portalegre, no âmbito das XV Jornadas da Comunicação, atribuíram este ano o Tributo de Jornalismo à TSF.
Na cerimónia de entrega Arsénio Reis, director-adjunto da rádio informativa, sobre a TSF e a Internet considerou que é uma das áreas onde "precisamos apostar mais", mas isso "só será possível quando a Internet nos der o retorno financeiro para essa aposta", o que ainda não sucede.
Na cerimónia de entrega Arsénio Reis, director-adjunto da rádio informativa, sobre a TSF e a Internet considerou que é uma das áreas onde "precisamos apostar mais", mas isso "só será possível quando a Internet nos der o retorno financeiro para essa aposta", o que ainda não sucede.
segunda-feira, março 14, 2011
The state of the news media
Está disponível o relatório anual do Pew Project for Excellence in Journalism. Do capítulo referente ao Áudio retiro o seguinte:
In 2010, a third of Americans (34%) said they received some news through the radio “yesterday,” according to the Pew Research Center For The People & the Press’ biennial media consumption survey. This is down just slightly from 35% in 2008, but it continues a gradual decline over the last ten years. In 2000, the number was 43%. Other alternatives are rising. Internet news users have now caught up (34%), and television use remains well ahead (58% watched television news “yesterday”). Radio now outpaces newspapers, however, which have seen a much sharper decline. Just 31% of Americans reported reading a newspaper “yesterday” in 2010, down from 34% in 2008, though there is some substitution here with people accessing newspaper websites
In 2010, a third of Americans (34%) said they received some news through the radio “yesterday,” according to the Pew Research Center For The People & the Press’ biennial media consumption survey. This is down just slightly from 35% in 2008, but it continues a gradual decline over the last ten years. In 2000, the number was 43%. Other alternatives are rising. Internet news users have now caught up (34%), and television use remains well ahead (58% watched television news “yesterday”). Radio now outpaces newspapers, however, which have seen a much sharper decline. Just 31% of Americans reported reading a newspaper “yesterday” in 2010, down from 34% in 2008, though there is some substitution here with people accessing newspaper websites
quarta-feira, fevereiro 02, 2011
A Rede da Rádio
No dia 16, a Antena 1 estreia a Rede da Rádio, da autoria de Madalena Balça. Dela e de todos os que quiserem! O programa está no Facebook e ali convida-se os ciberouvintes a participar no programa.
A Rede da Rádio será construída com recurso à interação permanente com as redes sociais nomeadamente o Facebook, e assumirá um formato onde os seus conteúdos serão ou sugeridos ou produzidos pelos seus ouvintes/amigos.
A Rede da Rádio será construída com recurso à interação permanente com as redes sociais nomeadamente o Facebook, e assumirá um formato onde os seus conteúdos serão ou sugeridos ou produzidos pelos seus ouvintes/amigos.
sexta-feira, novembro 12, 2010
Rádio informativa e Internet
Revista de Estudos em Jornalismo e Mídia: A rádio informativa portuguesa na Internet - O estado da arte.
sexta-feira, outubro 08, 2010
A rádio em Portugal e o seu Futuro
A Conferência sobre os 75 Anos da Rádio em Portugal, que decorreu esta quinta-feira em Lisboa, mostrou que o futuro da rádio continua a merecer as mais variadas previsões.
O evento, organizado pela RTP e pela Universidade Lusófona, contou com a participação de vários investigadores e profissionais do meio que, pelo menos num ponto, parecem convergir: o futuro da rádio existe e passará pela Internet. Já quanto aos modelos a seguir, é que as intervenções não coincidiram.
Gerd Leonhard, media futurologista, anunciou a tempestade para a rádio, que para construir moinhos de vento e não conchas (como referiu) terá que modificar o seu modelo comunicacional o que implica, a seu ver, olhar para as redes sociais e sobretudo para a Internet móvel. O telemóvel tem aqui um papel importante para o futuro da rádio. Uma ideia que me pareceu importante, e que mostra como os hábitos de consumo são altamente oscilantes quando se trata de novas tecnologias, é que, segundo Gerd, o download de músicas já não é o mais relevante, mas sim aceder a elas directamente a partir da Internet, através da criação de bookmarks.
Diferente, muito diferente, foi a intervenção de Mário Figueiredo, o novo Provedor da rádio pública. Na sua comunicação, olhou para o passado da rádio, acreditando que modelos como o de programas de autor, o predomínio do som e da estética radiofónica exclusivamente sonora, podem ser ainda armas que o meio poderá usar no futuro.
Os directores de informação das três principais rádios portuguesas com notícias e ainda Emídio Rangel acabaram por protagonizar o debate mais animado a propósito do futuro da informação na rádio.
As intervenções centralizaram-se naquilo que é hoje a relação entre a rádio dita tradicional e a sua presença online no que diz respeito à informação. A rádio é ainda dominante, pois as notícias dos sites são sobretudo as que já passaram na emissão, disse Paulo Baldaia, director da TSF; o consumo de rádio faz hoje parte de um leque variado de opções no campo dos média – ao mesmo tempo que estamos a trabalhar no computador também ouvimos rádio, vincou João Barreiros, director de Informação da Antena 1. Já Graça Franco, directora da Renascença, enfatizou o trabalho que a sua rádio já faz no site: infografias, directos em vídeo, jornal em pdf, sublinhando que a rádio é também tudo isto. Opinião que Emídio Rangel não partilhou, preferindo vincar as características genéticas do meio rádio (rapidez, imediatismo, etc) para referir que se trata de um média que por definição é informativo e que a Internet não tem capacidade para o substituir.
Numa Conferência sobre o Futuro da rádio, teríamos todos ganho com a participação da Média Capital e do sub-sector das rádios locais.
O evento, organizado pela RTP e pela Universidade Lusófona, contou com a participação de vários investigadores e profissionais do meio que, pelo menos num ponto, parecem convergir: o futuro da rádio existe e passará pela Internet. Já quanto aos modelos a seguir, é que as intervenções não coincidiram.
Gerd Leonhard, media futurologista, anunciou a tempestade para a rádio, que para construir moinhos de vento e não conchas (como referiu) terá que modificar o seu modelo comunicacional o que implica, a seu ver, olhar para as redes sociais e sobretudo para a Internet móvel. O telemóvel tem aqui um papel importante para o futuro da rádio. Uma ideia que me pareceu importante, e que mostra como os hábitos de consumo são altamente oscilantes quando se trata de novas tecnologias, é que, segundo Gerd, o download de músicas já não é o mais relevante, mas sim aceder a elas directamente a partir da Internet, através da criação de bookmarks.
Diferente, muito diferente, foi a intervenção de Mário Figueiredo, o novo Provedor da rádio pública. Na sua comunicação, olhou para o passado da rádio, acreditando que modelos como o de programas de autor, o predomínio do som e da estética radiofónica exclusivamente sonora, podem ser ainda armas que o meio poderá usar no futuro.
Os directores de informação das três principais rádios portuguesas com notícias e ainda Emídio Rangel acabaram por protagonizar o debate mais animado a propósito do futuro da informação na rádio.
As intervenções centralizaram-se naquilo que é hoje a relação entre a rádio dita tradicional e a sua presença online no que diz respeito à informação. A rádio é ainda dominante, pois as notícias dos sites são sobretudo as que já passaram na emissão, disse Paulo Baldaia, director da TSF; o consumo de rádio faz hoje parte de um leque variado de opções no campo dos média – ao mesmo tempo que estamos a trabalhar no computador também ouvimos rádio, vincou João Barreiros, director de Informação da Antena 1. Já Graça Franco, directora da Renascença, enfatizou o trabalho que a sua rádio já faz no site: infografias, directos em vídeo, jornal em pdf, sublinhando que a rádio é também tudo isto. Opinião que Emídio Rangel não partilhou, preferindo vincar as características genéticas do meio rádio (rapidez, imediatismo, etc) para referir que se trata de um média que por definição é informativo e que a Internet não tem capacidade para o substituir.
Numa Conferência sobre o Futuro da rádio, teríamos todos ganho com a participação da Média Capital e do sub-sector das rádios locais.
sexta-feira, outubro 01, 2010
Radiomorphosis
O Obercom acaba de disponibilizar um interessante relatório sobre os novos caminhos da rádio. De uma primeira leitura retiro uma das principais conclusões do trabalho:
"Neste relatório identificámos três sulcos por onde estão a fluir boa parte das experiências contemporâneas:
As possibilidades de explosão de segmentos são imensas, numa via de desenvolvimento que apelidámos de narrowcasting (a coexistência do analógico com o digital, a difusão da banda larga e a sofisticação dos terminais móveis de comunicação multiplicam a criação de oportunidades diversas de acesso à audiência ao mesmo tempo que reduz o custo conjunto de criação de ofertas diferenciadas);
- Outro perfil evolutivo é cada ouvinte escolher a sua emissão pessoal a partir de uma listagem de músicas o que vai construindo um perfil de dados que vai sendo usado para produzir novas sugestões ao seu consumo e estender as suas preferências
– chamámos Drone station a esta trajectória de futuro (a rádio transfigura-se numa página pessoal em interacção sonâmbula/semiautomática como o seu ouvinte-editor).
- Estes caminhos de transformação são complementados pelo paradigma cloud radio, já que a rádio se encastra num cada vez maior número de dispositivos para além do equipamento tradicional criando um ambiente onde o acesso à rádio é cada vez mais possível num crescente número de espaços e circunstâncias (a rádio não vai connosco, está onde estivermos)."
O relatório pode ser descarregado aqui.
"Neste relatório identificámos três sulcos por onde estão a fluir boa parte das experiências contemporâneas:
As possibilidades de explosão de segmentos são imensas, numa via de desenvolvimento que apelidámos de narrowcasting (a coexistência do analógico com o digital, a difusão da banda larga e a sofisticação dos terminais móveis de comunicação multiplicam a criação de oportunidades diversas de acesso à audiência ao mesmo tempo que reduz o custo conjunto de criação de ofertas diferenciadas);
- Outro perfil evolutivo é cada ouvinte escolher a sua emissão pessoal a partir de uma listagem de músicas o que vai construindo um perfil de dados que vai sendo usado para produzir novas sugestões ao seu consumo e estender as suas preferências
– chamámos Drone station a esta trajectória de futuro (a rádio transfigura-se numa página pessoal em interacção sonâmbula/semiautomática como o seu ouvinte-editor).
- Estes caminhos de transformação são complementados pelo paradigma cloud radio, já que a rádio se encastra num cada vez maior número de dispositivos para além do equipamento tradicional criando um ambiente onde o acesso à rádio é cada vez mais possível num crescente número de espaços e circunstâncias (a rádio não vai connosco, está onde estivermos)."
O relatório pode ser descarregado aqui.
terça-feira, julho 20, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
Sobre o jornalismo e a tecnologia
Um dos problemas do discurso sobre o jornalismo e a convivência entre meios tradicionais e digitais é que, nesta fase da migração, domina a ideia que os primeiros serão destruídos de forma automática e rápida pelos segundos, quando deveríamos estar todos preocupados em saber como preparar uma transição que certamente ocorrerá, mas que será, necessariamente, mais lenta que a própria evolução tecnológica.
Take television: who would have thought in the 1950s and 1960s that radio would still be a powerful technological platform several decades later? Imagine the argument: who would want only sound, when you could have both sound and vision?
Take television: who would have thought in the 1950s and 1960s that radio would still be a powerful technological platform several decades later? Imagine the argument: who would want only sound, when you could have both sound and vision?
terça-feira, maio 04, 2010
O mundo visto pelas redes sociais
É uma experiência que já tem um par de meses, mas que vale a pena conhecer (ou recordar). Cinco jornalistas de rádios francófonas decidiram fechar-se numa casa localizada em meio rural e ter acesso ao mundo das notícias apenas via Twitter e Facebook.
Durante aquele período foram actualizando um blogue com as suas reflexões. Algumas muito interessantes.
O projecto chamou-se Huis clos sur le Net.
Durante aquele período foram actualizando um blogue com as suas reflexões. Algumas muito interessantes.
O projecto chamou-se Huis clos sur le Net.
terça-feira, abril 20, 2010
Tráfego nos sites das rádios
A RFM continua a liderar o número de page-views dos sites das rádios portuguesas. A TSF surge em segundo lugar e a Renascença depois. A rádio católica sublinha no seu site que em Março atingiu a maior audiência de sempre, ultrapassando os três milhões de page-views.
Não se conhecem os números relativos à rádio pública, uma vez que aparecem integrados na RTP.
O ranking está aqui.
Não se conhecem os números relativos à rádio pública, uma vez que aparecem integrados na RTP.
O ranking está aqui.
sexta-feira, março 26, 2010
O congresso e o jornalismo radiofónico
Do congresso sobre rádio que se realizou em Lisboa, destaco o debate sobre "A convergência multimédia como um desafio técnico e humano" por ter sido o único em que as questões relacionadas com o jornalismo radiofónico foram abordadas.
Sublinho algumas ideias ali deixadas por João Barreiros (Antena 1), Pedro Leal (Renascença), Arsénio Reis (TSF) e Paulo Querido.
1) a convergência nas redacções da rádio portuguesa é um fim desejável, mas ainda longe de atingir. Ainda assim, têm sido dados alguns passos nesse sentido que encontram, entretanto, algumas resistências ao nível da formação de profissionais, de uma nova forma de encarar a rádio, já não apenas sonora, do emagrecimento das redacções que impede a contratação de novos profissionais e de equipamento não sonoro para a necessária construção multimédia;
2) a rádio, contínua, simultânea e sonora, não vai desaparecer. Haverá, pois, lugar para os dois tipos de escuta: a fragmentada (podcasts, etc) e a contínua (sem interferência do ouvinte).
3) relacionada com a anterior, o jornalista multifunções não existe. Em determinados momentos e perante determinados acontecimentos jornalísticos, é normal que um jornalista recolha sons, imagens (vídeo e fotografia), escreva no blogue e actualize o twitter. Mas essas serão as excepções.
Ideias que ficaram num congresso interessante e útil para a rádio, carente deste tipo de iniciativas. Estão por isso de parabéns os organizadores do evento.
Sublinho algumas ideias ali deixadas por João Barreiros (Antena 1), Pedro Leal (Renascença), Arsénio Reis (TSF) e Paulo Querido.
1) a convergência nas redacções da rádio portuguesa é um fim desejável, mas ainda longe de atingir. Ainda assim, têm sido dados alguns passos nesse sentido que encontram, entretanto, algumas resistências ao nível da formação de profissionais, de uma nova forma de encarar a rádio, já não apenas sonora, do emagrecimento das redacções que impede a contratação de novos profissionais e de equipamento não sonoro para a necessária construção multimédia;
2) a rádio, contínua, simultânea e sonora, não vai desaparecer. Haverá, pois, lugar para os dois tipos de escuta: a fragmentada (podcasts, etc) e a contínua (sem interferência do ouvinte).
3) relacionada com a anterior, o jornalista multifunções não existe. Em determinados momentos e perante determinados acontecimentos jornalísticos, é normal que um jornalista recolha sons, imagens (vídeo e fotografia), escreva no blogue e actualize o twitter. Mas essas serão as excepções.
Ideias que ficaram num congresso interessante e útil para a rádio, carente deste tipo de iniciativas. Estão por isso de parabéns os organizadores do evento.
sexta-feira, fevereiro 05, 2010
A rádio no facebook II
TSF, Antena 1 e Rádio Clube, emissoras portuguesas (a par da Renascença) com maior aposta na informação, também estão no facebook.
A utilização que fazem da rede social é sobretudo ao nível das ligações para notícias disponíveis nos respectivos sites. A possibilidade dos utilizadores comentarem as notícias no facebook deve aqui ser assinalada, em particular no caso da rádio pública que não o permite no seu site.
Se é que conta para alguma coisa, a TSF é a emissora com mais fãs, depois a Antena 1 e finalmente o Rádio Clube.


A utilização que fazem da rede social é sobretudo ao nível das ligações para notícias disponíveis nos respectivos sites. A possibilidade dos utilizadores comentarem as notícias no facebook deve aqui ser assinalada, em particular no caso da rádio pública que não o permite no seu site.
Se é que conta para alguma coisa, a TSF é a emissora com mais fãs, depois a Antena 1 e finalmente o Rádio Clube.
quinta-feira, fevereiro 04, 2010
A rádio no facebook I
A presença da rádio portuguesa no facebook é já um dado adquirido.
Aqui ficam apenas quatro exemplos de emissoras locais com presença nesta rede social: Rádio Campo Maior, Rádio Portalegre, Rádio Nova Era e Rádio Vale do Minho.
A promoção de espaços da emissão hertziana, a colocação de ligações para notícias disponíveis nos sites das rádios ou a sugestão de páginas, vídeos ou áudios são algumas das utilizações mais frequentes.
Um dos aspectos mais interessantes que decorre da presença da rádio nas redes sociais em geral, e no facebook em particular, é o sublinhado que faz do carácter interactivo do meio radiofónico permitindo que os utilizadores comentem e debatam os mais variados temas, incluindo a própria rádio.



Aqui ficam apenas quatro exemplos de emissoras locais com presença nesta rede social: Rádio Campo Maior, Rádio Portalegre, Rádio Nova Era e Rádio Vale do Minho.
A promoção de espaços da emissão hertziana, a colocação de ligações para notícias disponíveis nos sites das rádios ou a sugestão de páginas, vídeos ou áudios são algumas das utilizações mais frequentes.
Um dos aspectos mais interessantes que decorre da presença da rádio nas redes sociais em geral, e no facebook em particular, é o sublinhado que faz do carácter interactivo do meio radiofónico permitindo que os utilizadores comentem e debatam os mais variados temas, incluindo a própria rádio.
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