Emídio Rangel defendeu esta manhã, na TSF, a criação de uma Ordem dos Jornalistas. Na espaço "Mel com Fel" (ainda não está online), Rangel referiu que esta seria uma estrutura importante para tratar de questões relacionadas com a deontologia jornalística.
Desde já é de salutar que o tema saia da gaveta e entre na agenda da classe para que se discuta a viabilidade da criação de um organismo com estas características. Parece-me igualmente importante referir que a implementação de regras do foro deontológico aos jornalistas, supervisionadas pelos seus pares, é não só uma forma de credibilização da profissão como um mecanismo saudável de auto-regulação evitando assim excessivas medidas de regulação externa.
Uma estrutura - chamada Ordem ou outra coisa qualquer - poderia ter funções ainda noutros domínios da profissão como a atribução de títulos profissionais ou no ensino do jornalismo.
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2 comentários:
Luis,
Uma Ordem - entendida como mecanismo inter-pares de auto-regulação profissional - pressupõe que esses 'pares' gozem de um grau mínimo de autonomia em termos de gestão económica da sua actividade. Isso não acontece com a maioria dos jornalistas. O grosso do grupo trabalha por conta de outrém.
Não digo que não se possa pensar num orgão que torne mais efectiva a sua presença e que, dessa forma, faça aquilo que realmente se pediria ao Conselho Deontológico do Sindicato, mas importa perceber que parte dos condicionalismos resultam de algumas diferenças de base relativamente a outras profissões.
Um abraço,
Esperem lá!!!! MAs esse não é o "jornalista" que dizia que vendia tudo, através da televisão, desde sabonetes a um Presidente da República???? Ética??? Porra!!! Antes o Pedro Tadeu, com as suas manobras de Calimero. E alguma vez viram um advogado pobre ser eleito para bastonário da Ordem dos Advogados? Ou um médico humilde ocupar o cargo de Bastonário da Ordem dos Médicos?
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